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terça-feira, 30 de abril de 2013

Íncubos e Súcubos... Conhecem?!


| Íncubos e Súcubos |


“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41

Olá pessoal!!
Bem, os que passeiam pelos posts que coloco neste blog, já perceberam que vira e mexe aparece alguma coisa sobre Espiritualismo, Umbanda, Espiritismo, Esoterismo, Universalismo, enfim, coisas que na realidade estão sempre à mostra, porém se fazendo perceber apenas por uma pequena camada de leitores interessados no assunto. Por esta razão, tento passar aos que me visitam uma visão ampla quanto ao que nos cerca, sendo para uns natural, para outros sobrenatural, e “incrível” aos que passam longe das “bruxas e bruxos” existentes neste plano terreno.

Na semana passada escutei um programa de rádio de um amigo de FB Géro Maita - Programa Despertar da Consciência -, o qual trazia um assunto interessantíssimo quanto da matéria “obsessão”, aliás, assunto este que já postei aqui inúmeras linhas. Porém era um tipo diferente de obsessão, mais intrigante e requerendo um tanto de atenção especial. Me refiro a obsessão exercida pelos “Incubos e Súcubos”, já ouviram falar destes indivíduos??!

Íncubo - Na lenda medieval ocidental, um íncubo (em latim incubus, de incubare) é um demônio na forma masculina que se encontra com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O Incubus drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes o Incubus deixa a vítima morta ou então viva, mas em condições muito frágeis. 

Súcubo - Na lenda medieval ocidental, um súcubo (em latim, succubus) é um demônio com aparência feminina, que invade o sonho dos homens, fazendo isso, elas podem corromper totalmente a pessoa. Succubus são demônios que se alimentam da força sexual das pessoas.Quando estes demônios invadem o sonho de uma pessoa eles tomam a aparência do desejo sexual deles,os atacados tem a melhor experiência sexual de sua vida nesse sonho e a energia vindo do prazer do atacado é sugada pelo Succubus. A palavra Succubus vem do verbo em latim que quer dizer “deitar-se sob”.


| Um pouco de história |

O período medieval é considerado como “os séculos das trevas” em função de uma série de fatores ligados, principalmente, a uma estagnação do pensamento científico. Muitos autores estabelecem uma relação entre essa estagnação e a Igreja Católica, pela sua influência conquistada ao final do Império Romano e que perdurou por vários séculos, sobretudo na Europa. Os acusadores da Igreja citam os sentimentos pouco religiosos, a intolerância e o obscurantismo intelectual disfarçados nos preceitos extraídos de dogmas religiosos.

Talvez por extrema insatisfação com o contexto cultural, talvez como forma de liberação de tensões reprimidas, as práticas chamadas “demoníacas” difundiram-se por toda a Europa medieval. Os adoradores do Diabo reuniam-se, secretamente, em assembleias denominadas “Pequeno Sabat”, que ocorriam semanalmente, aos sábados. De cinco em cinco anos, acontecia o Grande Sabat, uma festa maior e mais variada. Nessas assembléias praticava-se uma espécie de anti-missa: o Diabo era representado por um animal (bode, sapo, etc.) e havia rituais com defumações com ervas e manuseio de excrementos (fezes, urina e sangue menstrual). Muitas dessas “missas negras” traziam no lugar do altar uma mulher nua, com as pernas abertas, expondo à “adoração” seus órgãos sexuais. Percebe-se, claramente, em muitos desses rituais o fator “sexo” associado. Talvez fosse uma forma de se lidar com a “repressão” sexual imposta pela Igreja, que defendia ser o sexo instrumento da procriação, ou seja, desprezando o aspecto “prazer” que o sexo poderia proporcionar.

E Durante os rituais “negros” havia a distribuição de prêmios àqueles que tivessem sido suficientemente “maus” e, muitas vezes, eram castigados os membros de conduta contrária. No decorrer das reuniões ia ocorrendo uma grande “histeria”coletiva que culminava com uma grande orgia onde todos participavam. Durantes essas crises histérico-epiléticas muitas vezes ocorriam predições...





| Em nosso tempo |

O trabalho desses espíritos obsessores, Íncubos e Súcubos, gira em torno do quanto de energias eles podem vampirizar de cada pessoa em seu sono diário, sem se preocuparem com a quantidade de vezes e com o estrago que farão impiedosamente ao hospedeiro que escolherem, que poderá ser também, uma pessoa de características simples e comum, mas, que após o adormecimento, se torna por vontade própria vítima, e por muitas vezes parceiro na escolha e obsessão de novas vítimas. Essas pessoas não fazem ideia, na maioria das vezes, que se prestam a este trabalho em seu desdobramento noturno, sentem apenas um longo cansaço após o acordar.

A equivalência espiritual destes seres, chega próximo aos quiumbas e espéctros - Trilogia “O reino das sombras” Robson Pinheiro / Ângelo Inácio -, seres que chegam da sub-crosta, dispostos apenas a satisfazerem suas vontades vampirizadoras, se fartando da energia vital dos encarnados, os quais nem imaginam que esses seres possam existir tão próximos de cada um.

O fato é, que as obsessões, sejam elas quais forem, precisam ser identificadas, estudas e tratadas por pes-soas e instituições sérias, e capacitadas, que não confundam obsessores com Exús Guardiões ou Pombagiras, os quais trabalham para a luz em busca de uma evolução contínua, tanto quanto nós encarnado, errando e acertando, mas, conscientes de que a força do Pai Maior, nos oportunizará em cada passada que dermos, em cada caminho que escolhermos seguir, e a cada dia que passarmos neste plano.

Orar e vigiar é extremamente importante, porém, a carne só será fraca, se o espírito permanecer na erra-ticidade, pela falta de vontade de conhecer a verdade que o Cristo Jesus nos deixou como libertação.

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Fonte:
Imagens originais: www.google.com.br
Imagens finais: Beto Ribeiro
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Espero que tenham gostado, e obrigado pela visita.
Um grande beijo no coração de todos, um forte abraco, e fiquem na paz de Deus!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Carnaval...


| Outra visão do carnaval... |


“Este ano não vai ser igual aquele que passou, eu não brinquei, você também não brincou...” 

Se fosse somente isso, vá lá, mas, dentro de um grau de responsabilidade e consequências no âmbito espiritual, e sem a percepção necessária, nos tornamos presas dos nossos próprios prazeres, de memórias frequentes que nos acompanham desde muito, e nos afloram sabe-se lá por que, em épocas que afirmamos  com convicção, que será por nós controlada de ano em ano...

O carnaval pessoal, - perdoe-me os que gostam - sem dúvida é um risco aos nossos espíritos, que queiram ou não estão em desvantagem na proporção física no envoltório de presa encarnada. Pois sim, somos apenas 1/4 da totalidade de espíritos, e segundo a espiritualidade, a terra ainda tem perto de 23 bilhões de desencarnados, e nesta proporção, sendo o planeta denominado de “provas e expiação”, nem precisaríamos ser tão atentos para acertivamente  constatarmos que a vulnerabilidade é nossa, em se tratando de irmãos carnavalescamente obsessores.

No livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado pelo espírito de Manoel Philomeno de Miranda, - que quando encarnado, desempenhara a função de médico em Salvador - e psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, narra um episódio protagonizado pelo espírito do também médico Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados desequilibrados.

Dentre tantos fatos interessantes narrados neste livro, Manoel Philomeno de Miranda destaca o encontro que teve com um sambista, também desencarnado, que encontrava-se em plena tarefa socorrista.
Se tratava do sambista Noel Rosa, autor de tantos e tantos sambas que muitos nós conhecemos.
Neste encontro Manoel Philomeno de Miranda perguntou ao Noel o por que dele estar trabalhando nesta função. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

O Carnaval segundo Bezerra de menezes, é uma festividade que guarda vestígio claros do primitivismo e das barbáries cometidas então, avivando as paixões violentas da carne, em suas vertentes de prazer. 
Ainda segundo ele, esta prática era comum na idade média, e traz até hoje o mesmo conceito, de que é lícito enlouquecer uma vez por ano, em orgias, desvarios e excessos a toda ordem.


| Processo de loucura e obsessão.|


As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno de Miranda, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.
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FONTE de pesquisa:
Imagem original: www.google.com.br
Imagem Final: Beto Ribeiro
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Bem pessoal, deixo aqui uma mensagem de uma amiga espiritual que dizia mais ou menos assim:
“Os filhos quando querem voar, fazem igual a formiga, criam asas...”

E deixo também uma verdade do evangelho:
“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada domine. [1 Coríntios 6:12]

Sim, o carnaval não é o mal do mundo, porém, vigiar faz parte no nosso aprendizado.

Grande abraço galera carnavalesca!!! Beijo no coração de cada um, e fiquem com Deus!!! Namastê!!!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Santa Bárbara. Saravá Inhasã!!!


| Santa Bárbara | Iansã | Oiá |


Iansã é um Orixá feminino muito famoso no Brasil, sendo figura das mais populares entre os mitos da Umbanda e do Candomblé em nossa terra e também na África, onde é predominantemente cultuada sob o nome de Oiá. É um dos Orixás do Candomblé que mais penetrou no sincretismo da Umbanda, talvez por ser o único que se relaciona, na liturgia mais tradicional africana, com os espíritos dos mortos (Eguns), que têm participação ativa na Umbanda, enquanto são afastados e pouco cultuados no Candomblé. Em termos de sincretismo, costuma ser associada à figura católica de Santa Bárbara. Iansã costuma ser saudada após os trovões, não pelo raio em si (propriedade de Xangô ao qual ela costuma ter acesso), mas principalmente porque Iansã é uma das mais apaixonadas amantes de Xangô, e o senhor da justiça não atingiria quem se lembrasse do nome da amada. Ao mesmo tempo, ela é a senhora do vento e, conseqüentemente, da tempestade.
Nas cerimônias da Umbanda e do Candomblé, Iansã, ela surge quando incorporada a seus filhos, como autêntica guerreira, brandindo sua espada, e ao mesmo tempo feliz. Ela sabe amar, e gosta de mostrar seu amor e sua alegria contagiantes da mesma forma desmedida com que exterioriza sua cólera. 
Como a maior parte dos Orixás femininos cultuados inicialmente pelos iorubás, é a divindade de um rio conhecido internacionalmente como rio Níger, ou Oiá, pelos africanos, isso, porém, não deve ser confundido com um domínio sobre a água.

A figura de Iansã sempre guarda boa distância das outras personagens femininas centrais do panteão mitológico africano, se aproxima mais dos terrenos consagrados tradicionalmente ao homem, pois está presente tanto nos campos de batalha, onde se resolvem as grandes lutas, como nos caminhos cheios de risco e de aventura  enfim, está sempre longe do lar; Iansã não gosta dos afazeres domésticos.
É extremamente sensual, apaixona-se com freqüência e a multiplicidade de parceiros é uma constante na sua ação, raramente ao mesmo tempo, já que Iansã costuma ser íntegra em suas paixões; assim nada nela é medíocre, regular, discreto, suas zangas são terríveis, seus arrependimentos dramáticos, seus triunfos são decisivos em qualquer tema, e não quer saber de mais nada, não sendo dada a picuinhas, pequenas traições. É o Orixá do arrebatamento, da paixão. 
Foi esposa de Ogum e, posteriormente, a mais importante esposa de Xangô. é irrequieta, autoritária, mas sensual, de temperamento muito forte, dominador e impetuoso. É dona dos movimentos (movimenta todos os Orixás), em algumas casas  é também dona do teto da casa, do Ilê. 

Iansã é a Senhora dos Eguns (espíritos dos mortos), os quais controla com um rabo de cavalo chamado Eruexim - seu instrumento litúrgico durante as festas, uma chibata feita de rabo de um cavalo atado a um cabo de osso, madeira ou metal.
É ela que servirá de guia, ao lado de Obaluaiê, para aquele espírito que se desprendeu do corpo. É ela que indicará o caminho a ser percorrido por aquela alma.
Comanda também a falange dos Boiadeiros. Duas lendas se formaram, a primeira é que Iansã não cortou completamente relação com o ex-esposo e tornou-se sua amante; a segunda lenda garante que Iansã e Ogum, tornaram-se inimigos irreconciliáveis depois da separação. 

Iansã é a primeira divindade feminina a surgir nas cerimônias de cultos afro-brasileiros. Deusa da espada do fogo, dona da paixão, da provocação e do ciúme. Paixão violenta, que corrói, que cria sentimentos de loucura, que cria o desejo de possuir, o desejo sexual. É a volúpia, o clímax. Ela é o desejo incontido, o sentimento mais forte que a razão. A frase estou apaixonado, tem a presença e a regência de Iansã, que é o orixá que faz nossos corações baterem com mais força e cria em nossas mentes os sentimentos mais profundos, abusados, ousados e desesperados. É o ciúme doentio, a inveja suave, o fascínio enlouquecido. É a paixão propriamente dita. É a falta de medo das conseqüências de um ato impensado no campo amoroso. 
Iansã rege o amor forte, violento. 

As Conquistas de Iansã


Iansã percorreu vários reinos, foi paixão de Ogum, Oxaguian, Exu, Oxossi e Logun-Edé. Em Ifé, terra de Ogum,  foi a grande paixão do guerreiro. 
Aprendeu com ele e ganhou o direito do manuseio da espada.  Em Oxogbô,  terra de Oxaguian, aprendeu e recebeu o direito de usar o escudo. Deparou-se com Exu nas estradas, com ele se relacionou e aprendeu os mistérios do fogo e da magia. No reino de Oxossi, seduziu o deus da caça, aprendendo a caçar, tirar a pele do búfalo e se transformar naquele animal (com a ajuda da magia aprendida com Exu). Seduziu o jovem Logun-Edé e com ele aprendeu a pescar. Iansã partiu, então, para o reino de Obaluaiê, pois queria descobrir seus mistérios e até mesmo conhecer seu rosto, mas nada conseguiu pela sedução. Porém, Obaluaiê resolveu ensinar-lhe a tratar dos mortos. De início, Iansã relutou, mas seu desejo de aprender foi mais forte e aprendeu a conviver com os Eguns e controlá-los.
Partiu, então, para Oyó, reino de Xangô, e lá acreditava que teria o mais vaidoso dos reis, e aprenderia a viver ricamente. Mas, ao chegar ao reino do deus do trovão, Iansã aprendeu muito mais, aprendeu a amar verdadeiramente e com uma paixão violenta, pois Xangô dividiu com ela os poderes do raio e deu a ela o seu coração.

Iansã Ganha de Obaluaiê o Poder Sobre os Mortos 

Chegando de viagem à aldeia onde nascera, Obaluaiê viu que estava acontecendo uma festa com a presença de todos os orixás. Obaluaiê não podia entrar na festa, devido à sua medonha aparência. Então ficou espreitando pelas frestas do terreiro. Ogum, ao perceber a angústia do Orixá, cobriu-o com uma roupa de palha, com um capuz que ocultava seu rosto doente, e convidou-o a entrar e aproveitar a alegria dos festejos. Apesar de envergonhado, Obaluaiê entrou, mas ninguém se aproximava dele, nenhuma mulher quis dançar com ele.
Iansã tudo acompanhava com o rabo do olho. Ela compreendia a triste situação de Obaluaiê e dele se compadecia. Iansã esperou que ele estivesse bem no centro do barracão. O xirê (festa, dança, brincadeira) estava animado. Os orixás dançavam alegremente com suas ekedes. 
Iansã chegou então bem perto dele e soprou suas roupas de palha com seu vento. Nesse momento de encanto e ventania, as feridas de Obaluaiê pularam para o alto, transformadas numa chuva de pipocas, que se espalharam brancas pelo barracão. Obaluaiê, o deus das doenças, transformara-se num jovem belo e encantador. 
O povo o aclamou por sua beleza. Obaluaiê ficou mais do que contente com a festa, ficou grato. E, em recompensa, dividiu com ela o seu reino. Iansã então dançou e dançou de alegria. 
Para mostrar a todos seu poder sobre os mortos, quando ela dançava agora, agitava no ar o eruexim (o espanta-mosca com que afasta os eguns para o outro mundo). Iansã tornou-se Iansã de Balé, a rainha dos espíritos dos mortos, a condutora dos eguns, rainha que foi sempre a grande paixão de Obaluaiê. 

Texto: Sociedade Espíritualista Mata Virgem
Imagens originais: www.google.com.br
Imagens finais: Beto Ribeiro
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Olá pessoal!!!

Salve o dia de Santa Bárbara!!! Saravá Inhasã!!!

Bem, vocês repararam no texto a palavra "Iansã", pois sim, esta palavra aparece escrita de várias formas mesmo, tipo, "Inhasã", Iñasã", "Iansã", "Yñasã", enfim, a maneira como se escreve é o que menos importa, na realidade é a fé de cada um que vai contar no final.

Fiquem com Deus!! Beijo grande no coração de todos!! Namastê!!!

Beto Ribeiro.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Obsessão Anímica - Telepática...


| Obsessão Anímica |

Imagem original: www.google.com.br
Imagem final: Beto Ribeiro

Olá pessoal!!!

Bem, o que somos nós além de nossos pensamentos?
Nada, pois sim, como diria o jovem Sidartha, porquanto “somos o que pensamos”.
Nesta balada de raciocínio, proponho e digo que nos tornamos realmente o que tomamos como pensamento, o que formamos pensando e emitimos, transmitimos e atuamos em nós ou em outras pessoas como força invisíveis do dia-a-dia.

Muitas vezes nem prestamos atenção, porém, com a nossa forma de pensar, podemos diretamente influenciar na vida alheia, como Obsessores Telepáticos, sabiam?
A Obsessão Telepática é um dos vários tipos de trabalhos, que o indivíduo pratica mesmo sem saber, sem se dar conta de que está utilizando de suas faculdades mediúnicas, sem mesmo perceber que as tem.

Muito bem, o que seria esse tipo de enegia, então?
Muitos sabemos, que existem fenômenos dos mais diversos em se tratando de espiritu-alidade, e trazemos de muitos tempos, um fenômenos denominados anímicos, os quais, são produzidos pela carga de conhecimento trazidas e  impregnada em nosso perispírito, ou como os estudiosos falam, em nossa alma.
São fenômenos que se manifestam sem que saibamos de onde, apenas temos noção de-pois de acontecido, e muitas vezes confundidos como fenômenos mediúnicos produzidos com a ajuda de amigos espirituais, atuantes em trabalhos em casas de caridade.

Recentemente li um artigo da Drª Marlene Nobre, da Associação Médico-Espírita do Brasil, que falava sobre “A força do pensamento em Obssesões Telepáticas", e até me surpreendeu pois, interessado que sou sobre assuntos obsessivos, - porque trabalho espi-ritualmente com isso - nunca havia ouvido falar neste tipo de obsessão, contudo, a partir desta leitura, abri minha visão para o quão adiantado está, este fator de uso em casos obsessivos.

Bem, este tipo de obsessão, parte da ação extra-corpórea que o indivíduo tem, em se fazer utilizar com inteligência, a energia emanada de seus fenômenos mediúnicos de efeitos físicos. Estas ações podem ser descritas de quatro maneiras:

1. Daqueles que comportam efeitos Psíquicos - Telepatia, impressões transmitidas a distância.
2. Daqueles que comportam efeitos físicos - Telecinéticos, transmissão de movimentos a distância.
3. Os que determinam o aparecimentos de sua imagem a distância - aparecimento do duplo etérico.
4. Os que se fazem ver em dois lugares ao mesmo tempo, com atributos de corporeidade.

Com esses exemplos, vimos que muitas ocorrências neste tipo de obsessão poderão se dar através de fenômenos mediúnicos de efeitos físicos, ou de efeitos intelectuais, a partir da vontade e da prória inteligência encarnada, produzindo manifestações de comando delas e participando de diligências, demosntrando assim, que efetivamente o indivíduo poderá se colocar em desdobramento corpóreo, e atuar com recursos e implementos característicos, de uma consciência pensante e organzadora, fora de seus próprio corpo físico.

Essa capacidade que um ser tem em se desdobrar e atuar como espírito livre, em conduta patológica sobre outro ser, denomina-se Obsessão Anímica Telepática, influenciando telepaticamente um outro, mesmo sem ter a capacidade de discernimento quanto ao tipo obsessivo atuante, exercendo assim, extensiva influência negativa sobre espíritos encar-nados entre si.

Este tipo de Obsessão Anímica Telepática, se traduz pela guerra de pensamentos, mate-rializadas em Formas-pensamentos de angústia e repulsão, se mostrando mais comum do que podemos pensar em nosso dias.

O espírito André Luiz, refere-se ao um caso em seu livro Domínio da Mediunidade, psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier).

Um casal jantava em companhia de seus filhos, onde o marido alheio as conversação, man-tém ar de infado. Após ler os jornais, prepara-se para sair. A mulher fica decepcionada, esperava que ele ficasse para as preces que fariam em cunjunto, logo mais. Nesse momento, surge em cena à frente dos olhos do marido, uma surpreendente imagem de mulher projetada sobre ele à distância, aparecendo e desaparecendo, com intermitência. Apressado, ele despede-se e sai, alegando negócios e compromissos. A esposa não acre-dita, e intui que os compromissos sejam com outra mulher. À medida que a dona da casa a identifica mentalmente e passa a produzir pensamentos hostis em relação a ela, a mesma imagem de mulher que aparecera para o marido começa a surgir à sua frente, até se tornar inteiramente presente. E ambas entram em franca discussão mental, trocando mútuas acu-sações como autênticas inimigas...

Então pessoal, André Luiz define com clareza: A ideia é um “ser”, organizado por nosso espírito, a que o pensamento da forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção.”

- Por Beto Ribeiro -

Referência de informação:

Espero que tenham gostado de mais essa.
E fica sempre a dica, orai e vigiai, não é tão simples, porém, nos conforta em momentos de angústia e nos dá paz no decorrer dos dias.

Fiquem com Deus, beijo grande no coração de cada um dos amigos.

Beto Ribeiro. 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Homossexualidade. Uma visão diferente.


| Homosssexualismo |
| Visão da Doutrina Espírita |


- Homossexualidade, como se explica?

“Não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompre-ensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais às tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impediria certo numero de pessoas de trabalhar e de serem úteis à vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço carac-terísticas psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...) Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?”

Chico Xavier
(Publicada no Jornal Folha Espírita do mês de Março de 1984)
Fonte: www.google.com.br


 | Como se explica o homossexualismo
à luz da Doutrina Espírita? |



Chico Xavier:

“Temos tido alguns entendimentos com espíritos amigos, notadamente com Emmanuel a esse respeito.
O homossexualismo, tanto quanto a bissexualidade ou bissexualismo, como assexualidade, são condições da alma humana. Não devem ser interpretados como fenômenos espantosos, como fenômenos atacáveis pelo ridículo da humanidade.
Tanto quanto acontece com a maioria que desfruta de uma sexualidade dita normal, aqueles que são portadores de sentimentos de homossexualidade ou bissexualidade são dignos do nosso maior respeito e acreditamos que o comportamento sexual da humanidade sofrerá, no futuro, revisões muito grandes, porque nós vamos catalogar do ponto de vista da Ciência todos aqueles que podem cooperar na procriação e todos aqueles que estão numa condição de esterilidade.
A criatura humana não é só chamada à fecundidade física, mas também à fecundidade espiritual. Quando geramos filhos, através da sexualidade dita normal, somos chamados... também à fecundidade espiritual, transmitindo aos nossos filhos os valores do espírito de que sejamos portadores.
Não nos referimos aqui aos problemas do desequilíbrio, nem aos problemas da chamada viciação nas relações humanas. Estamos nos referindo a condições da personalidade humana reencarnada, muitas vezes portadora de conflitos que dizem respeito seja à sua condição de alma em prova ou à sua condição de criatura em tarefa específica. De modo que o assunto merecerá muito estudo.
Nós temos um problema em matéria de sexo na humanidade que precisaríamos considerar com bastante segurança e respeito recíproco. Vamos dizer: se as potências do homem na visão, na audição, nos recursos imensos do cérebro, nos recursos gustativos, nas mãos, na tactividade com que as mãos executam trabalhos manuais, nos pés, se todas essas potências foram dadas ao homem para a educação, para o rendimento no bem, isto é, potências consagradas ao bem e à luz, em nome de Deus, seria o sexo em suas várias manifestações sentenciado às trevas?”


| Vídeo desta entrevista. |


Entrevista concedia à extinta Rede Tupi de Televisão, São Paulo, ao programa “Pinga Fogo”, em 28 de julho de 1971. | Fonte: Imagem e vídeo: www.google.com.br.
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Olá pessoal!!!

Que bom é podermos entender um pouco mais sobre outros assuntos, um tanto quanto complexos, em se tratando de espiritualidade.
Bem, espero que tenham gostado.

Um grande abraço, e beijo no coração de todos! Fiquem com Deus!

Beto Ribeiro.