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terça-feira, 17 de abril de 2012

De Tiozinho a Idoso...

Tiozinho, tudo bem...
Agora, idoso...
kkkkkkkkkk



_Sr.... Quer sentar?
_ Sr.... Quer sentar aqui?

Até olhei para trás, para ver se era comigo mesmo...
E não é que era!!!

_Não querida, muito obrigado, pode sentar você, vou descer logo alí.

..............................

Olá pessoal!!!!

Se fosse com outra pessoa, até acharia muita graça... Mas foi comigo!!!
Então não me contive, e gargalhei geral!!! kkkkkkkkkkk
O tio que virou tiozinho, agora virou IDOSO!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Barba traiçoeira, que entrega a idade sem perdão, principalmente quando passa-se da idade do inta e entra-se na idade do "condor"!!!
Com dor aqui, com dor ali...

Então, a história foi meio assim:

Estava eu tranquilão, dentro de um coletivo em Songa (São Gonçalo - Rio de Janeiro, para os que ainda não conhecem este meu termo denominativo), relativamente lotado - o que me causa verdeira ojeriza - mas, ainda dando para estar com os pés bem firmes e grudados ao piso, sem estresse nenhum.
Completa e distraidamente desligado do em torno, da falação gerada pelo tanto de seres que por tão "boa vontade", dividiam o espaço neste bendito ônibus, que tenho sempre que utilizar quando preciso entregar alguns trabalhinhos, os quais, não posso enviar pela net.
Totalmente distante, escutando meu radiozinho/celular, muito alto por sinal, já que não sou velho, mas, meio surdo sim (rsrsrsrs), por conta do labirinto (doença de velho!! kkkkk) que tenho desde meus vinte e dois aninhos, e convivo perfeitamente bem...

Quando de repente vejo aquela menina, bonita, mas, talvez com um pouco mais idade do que a minha filha maior - uns vinte anos mais ou menos...

_ Ei... Sr....
_ Sr.... Quer sentar?
_ Sr.... Quer sentar aqui?

Até olhei para trás, para ver se era comigo mesmo. E não é que era!!!

_Não querida, muito obrigado, pode sentar você, vou descer logo alí.

Fiquei até meio assustado por alguém me oferecer um lugar para sentar, já que isso é uma prática comum a mim, sempre que tenho a oportunidade da gentileza, deixo as meninas, senhoras ou até mesmo os senhores, se servirem do descanso, já que me sinto perfeitamente tranquilo em viajar de pé.

Então quando a própria menina se sentou, a ficha caiu em mim...
E não aguentei prender a gargalhada pelo pensamento que me veio automaticamente: Você tá velhão Tiozinho!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Passou a ser visto como "Senhor Idoso"!!!! kkkkkkkkkkkkkk

Pois é pessoal, é real, comecei a olhar pro meus braços, corpo, "barriga" que começa a dar o seu sinal de vida, e vi que não tinha nada errado. Aí foi que lembrei da bendita barba, que está a cada dia mais "brannnnnnnca", e adianta a inverdade da velhice, não que não esteja caminhando para lá, pô, mas ainda tô meio longe, né? kkkkkkk

Eu olhava para a menina, para as outras pessoas me vendo rir, e dava mais vontade de rir ainda, porque pensavam que além de velho, o cara era meio louco, rindo sozinho!!! kkkkkkkk

Conclui então.. Ai meu Deus, já está chegando também a minha esclerose!!! kkkkk

Então pessoal, mais um dia em minha vida recém chegada à velhice!!!
Mas que foi divertido, lá isso foi!!!

Grande beijo no coração de todos, fiquem com Deus!
Muita paz e bem!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Coelhossauro Rex...

De olhos vermelhos, e pelos branquinhos, orelhas compridas...
“Eu sou um... Coelhossauro Rex!!!”


Olá pessoal!!!

Era uma vez um coelho, e um final de semana...
Foi uma vez um coelho chamado Bidu, e um final de semana...
Ele não era um coelho comum, era uma coisa qualquer, e se soltasse fogo pela boca, poderia ser um dragão. Bicho atentado e com cara de bom moço. rsrsrs

Tá tudo meio embolado né? Então vou começar do início.
Há um mês mais ou menos, meu bebezão Thaís, chegou do colégio com um história de um trabalho escolar, e que os alunos teriam que trazer um animalzinho para casa, e ainda passar 3 dias com o bicho.
Pensei que fosse de pelúcia, tipo para desenvolver a maginação, trabalhar responsabilidade... tipo assim, entendem?
E pra minha surpresa!  Não era... era de verdade!!! Surtei!!

Então... ao longo de um mês, os embates entre o papai e o bebezão, seguiam de: 
“- Não vai trazer!!!” 
“- Mas pai, vale ponto!”
“- Essa professora tem o que na cabeça? Trazer um bicho pra casa? Aqui não tem lugar!!!”
E o tempo foi rolando, e o dia chegando, e o bicho pintando...
E de vez em quando, até o bicho chegar o estresse rolava de montão, o bicho pegava... e o problema maior, era que todo mundo reclamava, mas acabava levando para casa o tal Coelhossauro Rex , que colocava a vida de todos em extremo perigo. rsrs
E aí o tal dia chegou. A fatídica sexta-feira 10, que pra mim poderia ter sido 13.

E ELE ERA DE VERDADE!
UM COELHOSSAURO REX!
VIVO!
FEDIDO!
ROEDOR!
EM COM UMA GAIOLA MINÚSCULA!
E COM NOME DE CACHORRO... BIDU!

Ela, o bebezão, chega em casa com aquela caixa azul, - que mais parecia a casa de um porquinho da índia - com um enorme coelho, todo encolhido, com os olhos vermelhos virados pra mim como se tivesse drogadão, só me tirando, e estudando a hora do ataque final para o arrancar da minha garganta.

Começou então o martírio, do primeiro dia com aquele aminalzão dentro de casa.
Aí podem pensar e perguntar: “Dentro de casa?!”
Sim, porque do lado de fora, além de estar frio pra caramba tinha também uns outros roedores mais vorazes que o tal Coelhossauro Rex, passeando pelo quintal. Ratos!
Porque com o tempo frio assim e chovendo, eles surgem sabe lá de onde!
Hora de dormir, o bicho estava bem localizado, no corredor bem pertinho do meu estúdio, pois, não ia dar esse mole de um bicho daqueles me pegar dormindo, né?
O tal, fazia um barulho ensurdecedor, roendo a vasilha de margarina que ficava a ração, e a outra que ficava a água.
Mas quando terminei de trabalhar, e me preparava para dormir... olhei para o bicho e vi que ele estava meio apertado dentro daquela gaiola... era exatamente o que não poderia acontecer... eu ter pena do dragão.
Deixei pra lá e fui dormir...

Sábado cedo, levantei cheio de coisa pra fazer e quando saio do quarto, quem eu vejo olhando direto nos meus olhos? A fera... mas já não estava tão fera assim, com cara de fome, de moído, meio apertado naquela casinha... aí o meu coração doeu...
E decidi enfrentar aquilo chamado Coelhossauro Rex...
Então eu e as meninas levamos o dito cujo para a varanda, e tiramos ele da gaiola... aí ferrou tudo!!!
Meu Deus!!! 
O bicho começou a correr e pular, se enfiar debaixo das coisas, fazendo cocô em tudo, e xixi também!
Tocou o maior rebú em menos de 10 minutos. Karaka!!! Só faltou sair no tapa comigo, quando fui colocá-lo dentro da gaiola.
Enfiava a cabeça no ferro da porta e fazia maior força para sair. Mas não dava para soltar de novo, pois, o motivo vocês já sabem, né?
Então, permaneceu o resto do dia na gaiola, me sacaneando direto, - sobrou pra mim mesmo, viram? - jogando a água dentro da ração, entornando a ração na caixa e misturando com o cocô, deixando tudo sujo, e ainda não comendo o que estava misturado na sujeira. Pode isso? O Bicho tem pacto com o outro lado!!!

Depois disso tudo, até que o ele ficou mais legal, não encheu tanto o saco no domingo e nem ontem antes de ir embora para uma nova casa.
O tal trabalho gerou uma redação legal ao bebezão Thaís, ela deve tirar uma nota maneira, porque escreve bem, e a peregrinação do Coelhossauro Rex que a meu ver, é uma grande sacanagem com o bichinho, vai continuar até sabe lá Deus quando. Que coisa, né?!

Apresento agora então, o coelho Bidu (Coelhossauro Rex), parece fofo, mas não se enganem, é peste pura esse bicho! rsrsrs

Saiu daí e deixou tudo cheio de xixi...

Fazendo pirraça para não entrar na gaiola...

A gaiola e rango...

Eu... domando a fera! kkkkk

Eu e o meu bebezinho Marina com o Bidu...

Riram um pouco? Tão fofinho o coelhinho!!! Fala sério!!!! kkkkk
É... a história que contei aqui quase me deixou louco, neste final de semana. rsrsrs
Ah! Na próxima reunião no colégio das meninas, reclamarei sobre este tipo de trabalho, porque nem todo mundo poderá cuidar de um bicho assim, e por ter achado também, maldade na forma do acondicionamento deste animal.

Espero que tenham gostado do post de hoje.

Beijo no coração de todos, fique com Deus!

Beto Ribeiro.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Caminhando na luz, irmã!!!!


Uma história de amor!


Já não me impressionava mais, a quantidade de pessoas naquele minúsculo recinto, uns circulando sem saber onde parar, outros em uma paz profunda e também outros mais, em suas variadas formas de grupos, enfim, todos a tornarem-se presentes para uma lista de chamada em ordem e vez de chegada.

Eu e minha parceira de trabalho, pouco afastados dali, coesos em concentração plena, sentados frente a frente, estávamos em comunhão com o astral, para a conversa amistosa da sexta à noite. Buscávamos a verdade na mais sutil audição, com os amigos invisíveis a nos darem suporte ao possível ato de abnegação e doação do amar fraternal.
Estávamos bem, como de costume, e contemplávamos em oração o silêncio que preencheu o espaço restante, silêncio vindo de nossos corações, em súplicas aos irmãos compadres, que em sutil embelezamentos de azul, envolveu-nos, dispostos pelas luminosidade daquela força, vinda de todos os lados, em comunhão plena de amor..
Nesta hora então, deu-se um cantar de graças aos ceus, para que o nossos espíritos pudessem se preparar à chegada dos irmão desencarnados.

Antes da chegada do invisível, energia comovente de angústia com pinceladas de ódio, teceu-se em meu íntimo. Posicionado para amistosa conversa engrandecedora, senti arder de súbito meu corpo em torrente de lamúria e baixo teor de fluido vital.
Meu físico e como não o perispiritual, transformaram-se em puro condutor de energia insana, opaca ao amor, ensandecida de ingratidão aos amigos astrais, enfim, energia cega aos mais puros olhos de perdão.
Me senti torpedeado por uma força energética incomum, e a respostas da minha parceira de trabalho veio de imediato, e a irmãzinha - vista como tal pela família universal - se fez presente em comunicação arrebatadora de questionamentos descompromissados:

-- O que estou eu fazendo aqui? Que lugar é este onde todos perecem iguais?
Negros misturados aos brancos? Que horror!

-- Bem-vindo (espírito), a esta casa de oração e amor aos necessitados. Posso lhe ser útil?

-- Como me seria útil, se não preciso de nada. Pois quando quero, mando e pronto!

-- Mas todos necessitamos de alguma coisa. E o Pai em sua misericórdia infinda, nos concede a graça a todo momento.

-- Que coisa descabida, você me fala. Como posso precisar de alguma coisa dessas pessoas inferiores.

Me dizendo estas palavras em meio às gargalhadas de quem perde a razão, pelo desconhecimento e nervoso ao novo.

-- Somos todos iguais perante a Lei de Deus, a Lei Universal. E tanto necessita de algo mais, que está se utilizando de uma outra pessoa, para podermos manter uma comunicação. Entende?

E sua violenta ira interior, deu sinais naquele momento torpe.
Quantas palavras pequenas, banhadas por feroz energia delituosa foram proferidas, de tal ordem, que somente amigos invisíveis de luz branca, poderiam nos dar respaldo para esse ato, sendo assim, neste momento, me fiz entrar em profunda oração, recorrendo imediatamente ao auxílio desses amigos presentes.

Uma paz animadora tomou conta do meu íntimo, e agraciado pela misericórdia divina, pude provar a presença desses amigos de pura luz. Mostraram-me em recurso etérico, através de tela mental, momentos íntimos desta agora irmã, talvez guardados em sua lembrança por décadas. Momentos de solidão de sentimentos, onde pude presenciar sua forma de vestir, penteado e local de moradia, quando então encarnada.

Impressionante!
Vi nitidamente que trajava vestido comprido, totalmente negro, de botões até o pescoço, cabelos em um branco amarelado, formando coque no alto da cabeça, que misturados à sua pele alva, como novelo de lã limpa, transfigurava-lhe a aparência.

Senti também, a angústia dessa pessoa desencarnada, quando em época distante, sentada estava, em frente a um enorme espelho postado em uma penteadeira rústica, de cor canela e com pouco brilho, em momento de solitude, onde um profundo rancor, um quase ódio se dava em relação aos negros de sua propriedade. Negros que subjugados ao seu humor, por vezes perdiam a vida através do açoite.

Me ocorreu então mencionar, por força de comunicação mental, o que me foi no momento permitido visualizar. E qual foi a surpresa?!!!
O pranto desta dama senhora se deu ao escutar aquelas palavras ditas por mim, de forma compassada e amena.
Sem ter como se afastar do grande tribunal geral da consciência, transportou-se ao mais longe dos sentimentos perdidos de amor, em meio ao porque de não ter acabado tudo com a morte. Mas que morte? Engano se fez...
E o mais lindo foi notar também, a presença de um negro forte, ancião, bonito no alto de seus 70 anos, a estender-lhe a mão, com o mais puro amor amigo, de estar pronto a condução luminosa do saber libertador.
Mas como se convencer da existência de tudo isso?
Como aceitar que nada modificou com a derrota do corpo físico, para a fatal falta de força quando a chegada da morte terrena?
Nem mesmo o costume da chamar a Deus tinha mais, tamanha era a sua força de crueldade insana. Silêncio imenso se deu...
E por terra foi-se a dor, que contida durante tanto tempo, começou a dar vazão ao cultivar do sentimento contrário, ao que por poucas vezes deixava voluntariamente aflorar em forma de defesa. Amor!
Em choro copiosamente redentor, deu-se a aceitação da mão estendida para auxiliá-la nesta nova conquista, e a mim, a nós pois sim, o júbilo renovador, a alegria agradável do retorno de um trabalho amparado pela força do amar, apenas do amar...

Meus olhos e mãos, fluíam energia em forma de ectoplasma a me deixar em posição nova, olhava nos olhos da minha companheira e constatava a grandiosidade da oportunidade a nós concedida naquele momento de pura apreciação do amor se materializando, através de palavras e gestos. Fomos por mais uma vez privilegiados. Sim, contemplados com um ser em busca de um caminho, e que através deste amor, pudéssemos ter uma pequena participação no todo de um trabalho caridoso.

E a luz se fez de caminho, o caminhar se deu a contento, os pares se fizeram presente na harmonia de ter um amigo  fortalecido com amor divino, em mananciais de ternura posta em disposição para o engrandecimento da fraternidade universal...

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Olá pessoal!!!
Uns acreditarão nesta história, outros menos, porém, tentemos apenas fazer como Ele nos ensinou.
Acreditemos naquilo que não podemos ver, mas podemos sentir em nosso íntimo.
Aprendamos pois, a ter Fé!

Beijo grande e fiquem com Deus!

Beto Ribeiro.