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terça-feira, 20 de maio de 2014

Uma religião que prega o amor...

| Senhor juiz, pare agora... |

[Representação das Sete linhas de Umbanda em seus Orixás.]
Olá pessoal!!!

Vejam esta:

“O juiz Federal Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª vara do RJ, negou pedido de antecipação de tutela do MPF/RJ para retirada de vídeos hospedados no YouTube com mensagens de intolerância contra religiões afro-brasileiras. Para o magistrado, “as manifestações religiosas afro-brasileiras não se constituem em religiões, muito menos os vídeos contidos no Google refletem um sistema de crença - são de mau gosto, mas são manifestações de livre expressão de opinião”. O MPF interpôs, na última sexta-feira, 9, agravo de instrumento no TRF da 2ª região contra a sentença.
O magistrado afirmou ainda que tais crenças “não contêm os traços necessários de uma religião”, que seriam um texto-base, como o Corão ou a Bíblia, estrutura hierárquica e um Deus a ser venerado.”

Acho que o tal meritíssimo desconhece totalmente sobre o que ele legisla em termos de religão, ainda mais em um país que se diz Laico.
[Estado Laico: Um Estado secular ou estado laico é um conceito do secularismo onde o poder do Estado é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião. Um estado secular trata todos seus cidadãos igualmente, independentemente de sua escolha religiosa, e não deve dar preferência a indivíduos de certa religião.]

Para que não paire dúvidas, coloco a minha contribuíção humilde em termos da minha prática religiosa, a Umbanda, para que o Sr. Juiz ou até outros mais interessados possam entender que a Umbanda pratica o Cristianismo, e de forma cristalina, fazendo da caridade cristã a bandeira máxima desta prática.

Vamos entender mais um pouco “Sr. Juiz”?

| O que é Umbanda? |

[Altar ou Gongá com pontos riscados representando
as sete linhas dos orixás da Umbanda]

Vejamos o que nos diz o Aurélio: 
Verbete: umbanda [Do quimb. umbanda, ‘magia’.] S. m.

1. Bras. Forma cultual originada da assimilação de elementos religiosos afro-brasileiros pelo espiritismo brasileiro urbano; magia branca.

2. Bras., RJ. Folcl. Grão-sacerdote que invoca os espíritos e dirige as cerimônias de macumba. 
[Var.: embanda.]


[Orixalá ou Oxalá]


UMBANDA é religião! 
Se dentro da Umbanda conseguimos nos religar com Deus, conseguimos tirar o véu que cobre nossa ignorância da presença de Deus em nosso íntimo, então podemos chamar nossa fé de Religião.  Como mais uma das formas de sentir Deus em nossa vida, a Umbanda cumpre a função religiosa se nos levar à reflexão sobre nossos atos, sobre a urgência de reformularmos nosso comportamento aproximando-o da prática do Amor de Deus.

A Umbanda é uma religião lindíssima, e de grande fundamento, baseada no culto aos Orixás e seus servidores: Crianças, Caboclos, Preto-velhos e Exús. Estes grupos de espíritos estão na Umbanda “organizados” em linhas: Caboclos, Preto-velhos, Crianças e Exus. Cada uma delas com funções, características e formas de trabalhar bem específicas, mas todas subordinadas as forças da natureza que os regem, os Orixás. 
Na verdade a Umbanda é bela exatamente pelo fato de ser mista como os brasileiros, por isso é uma religião totalmente brasileira.

Mas, torna-se imperioso, antes de ocuparmo-nos da anunciação da Umbanda no plano físico sob a forma de religião, expor sinteticamente um histórico sobre os precedentes religiosos e culturais que precipitaram o surgimento, na 1ª década do século XX, da mesma.
Em 1500, quando os portugueses avistaram o que para eles eram as Índias, em realidade Brasil, ao desembarcarem depararam-se com uma terra de belezas deslumbrantes, e já habitada por nativos.
Os lusitanos, por imaginarem estar nas Índias, denominaram a estes aborígines de índios. 


[Oxóssi]

Os primeiros contatos entre os dois povos foram, na sua maioria, amistosos, pois os nativos identificaram-se com alguns símbolos que os estrangeiros apresentavam. Porém, o tempo e a convivência se encarregaram em mostrar aos habitantes de Pindorama (nome indígena do Brasil) que os homens brancos estavam ali por motivos pouco nobres.

O relacionamento, até então pacífico, começa a se desmoronar como um castelo de areia. São inescrupu-losamente escravizados e forçados a trabalhar na novel lavoura. Reagem, resistem, e muitos são ceifados de suas vidas em nome da liberdade. Mais tarde, o escravizador faz desembarcar na Bahia os primeiros negros escravos que, sob a égide do chicote, são despejados também na lavoura. Como os índios, sofreram toda espécie de castigos físicos e morais, e até a subtração da própria vida. 
Desta forma, índios e negros, unidos pela dor, pelo sofrimento e pela ânsia de liberdade, desencarnavam e encarnavam nas Terras de Santa Cruz. Ora laborando no plano astral, ora como encarnados, estes espíritos lutavam incessantemente para humanizar o coração do homem branco, e fazer com que seus irmãos de raça se livrassem do rancor, do ódio, e do sofrimento que lhes eram infligidos. 
Além disso, muitas das crianças índias e negras, eram mortas, quando meninas (por não servirem para o trabalho pesado), quando doentes, através de torturas quando aprontavam suas “artes” e com isso perturbavam algum senhor. Algumas crianças brancas, acabavam sendo mortas também, vítimas da revolta de alguns índios e negros. 
Juntando-se então os espíritos infantis, os dos negros e dos índios,  acabaram formando o que hoje, chamamos de: Trilogia Carmática da Umbanda. Assim, hoje vemos esses espíritos trabalhando para reconduzir os algozes de outrora ao caminho de Deus.


[Ogum]

A igreja católica, preocupada com a expansão de seu domínio religioso, investiu covardemente para eliminar as religiosidades negra e índia. Muitas comitivas sacerdotais são enviadas, com o intuito “nobre” de “salvar” a alma dos nativos e dos africanos. 
A necessidade de preservar a cultura e a religiosidade, fez com que os negros associassem as imagens dos santos católicos aos seus Orixás, como forma de burlar a opressão religiosa sofrida naquela época, e assim continuar a praticar e difundir o culto as forças da natureza, a esta associação, deu-se o nome de “Sincretismo religioso”.

O candomblé iorubá, ou jeje-nagô, como costuma ser designado, congregou, desde o início, aspectos culturais originários de diferentes cidades iorubanas, originando-se aqui diferentes ritos, ou nações de candomblé, predominando em cada nação tradições da cidades ou região que acabou lhe emprestando o nome: queto, ijexá, efã. Esse candomblé baiano, que proliferou por todo o Brasil, tem sua contrapartida em Pernambuco, onde é denominado xangô, sendo a nação egba sua principal manifestação, e no Rio Grande do Sul, onde é chamado batuque, com sua nação oió-ijexá (Prandi, 1991). Outra variante ioruba, está fortemente influenciada pela religião dos voduns daomeanos, é o tambor-de-mina nagô do Maranhão. Além dos candomblés iorubás, há os de origem banto, especialmente os denominados candomblés angola e congo, e aqueles de origem marcadamente fom, como o jeje-mahim baiano e o jeje-daomeano do tambor-de-mina maranhense. 
Os anos sucedem-se. Em 1889 é assinada a “lei áurea”. O quadro social dos ex-escravos é de total miséria. São abandonados à própria sorte, sem um programa governamental de inserção social. Na parte religiosa seus cultos são quase que direcionados ao mal, a vingança e a desgraça do homem branco, reflexo do período escravocrata. No campo astral, os espíritos que tinham tido encarnação como índios, caboclos (mamelucos), cafuzos e negros, não tinham campo de atuação nos agrupamentos religiosos existentes. O catolicismo, religião de predominância, repudiava a comunicação com os mortos, e o espiritismo (kardecismo) estava preocupado apenas em reverenciar e aceitar como nobres as comunicações de espíritos com o rótulo de “doutores”. Os Senhores da Luz (Orixás), atentos ao cenário existente, por ordens diretas do Cristo Planetário (Jesus) estruturaram aquela que seria uma Corrente Astral aberta a todos os espíritos de boa vontade, que quisessem praticar a caridade, independentemente das origens terrenas de suas encarnações, e que pudessem dar um freio ao radicalismo religioso existente no Brasil.


[Xangô]

Começa a se plasmar, sob a forma de religião, a Corrente Astral de Umbanda, com sua hierarquia, bases, funções, atributos e finalidades. Enquanto isto, no plano terreno surge, no ano de 1904, o livro Religiões do Rio, elaborado por “João do Rio”, pseudônimo de Paulo Barreto, membro emérito da Academia Brasileira de Letras. No livro, o autor faz um estudo sério e inequívoco das religiões e seitas existentes no Rio de Janeiro, àquela época, capital federal e centro socio-político-cultural do Brasil. O escritor, no intuito de levar ao conhecimento da sociedade os vários segmentos de religiosidade que se desenvolviam no então Distrito Federal, 
percorreu igrejas, templos, terreiros de bruxaria, macumbas cariocas, sinagogas, entrevistando pessoas e testemunhando fatos. Não obstante tal obra ter sido pautada em profunda pesquisa, em nenhuma página desta respeitosa edição cita-se o vocábulo Umbanda, pois tal terminologia era desconhecida. 
A formação histórica do Brasil incorporou a herança de três culturas : a africana, a indígena e a européia. Este processo foi marcado por violências de todo o tipo, particularmente do colonizador em relação aos demais. A perseguição se deveu a preconceitos e a crença da elite brasileira numa suposta alienação provocada por estes cultos nas classes populares.


[Yemanjá]

No início do século XX, o choque entre a cultura europeizada das elites e a cultura das classes populares urbanas, provocou o surgimento de duas tendências religiosas na cidade do Rio de Janeiro. Na elite branca e na classe média vigorava o catolicismo; nos pobres das cidades (negros, brancos e mestiços) era grande a presença de rituais originários da África que, por força de sua natureza e das perseguições policiais, possuíam um caráter reservado. 
Na segunda metade deste século, os cultos de origem africana passaram a ser freqüentados por brancos e mulatos oriundos da classe média e algumas pessoas da própria elite. Isto contribuiu, sem dúvida, para o caráter aberto e legal que estes cultos vêm adquirindo nos últimos anos. 
Esta mistura de raças e culturas foi responsável por um forte sincretismo religioso, unificando mitologias a partir de semelhanças existentes entre santos católicos e orixás africanos, dando origem ao Umbandismo. 
Ao contrário do Candomblé, a Umbanda possui grande flexibilidade ritual e doutrinária, o que a torna capaz de adotar novos elementos. Assim o elemento negro trouxe o africanismo (nações); os índios trouxeram os elementos da pajelança; os europeus trouxeram o Cristianismo e o Kardecismo; e, posteriormente, os povos orientais acrescentaram um pouco de sua ritualística à Umbanda. Essas cinco fontes criaram o pentagrama umbandista:

1 - Cristianismo. 
2 - Kardecismo. 
3 - Africanismo. 
4 - Indianismo. 
5 - Orientalismo.


[Yorimá | Pretos-Velhos]

Os seguidores da Umbanda verdadeira só praticam rituais de Magia Branca, ou seja, aqueles feitos para melhorar a vida de determinada pessoa, para praticar um bem, e nunca de prejudicar quem quer que seja. Os espíritos da Quimbanda (Exus) podem, no entanto, ser invocados para a prática do bem, contanto que isso seja feito sem que se tenha que dar presentes ou dinheiro ao médium que os recebe, pois o objetivo do verdadeiro médium é tão somente a prática da caridade.


Algumas casas de Umbanda homenageiam alguns Orixás do Candomblé, como por exemplo: Oxumarê, Ossãe, Logun-Edé. Mas os mesmos, na Umbanda, não incorporam e nem são orixás regentes de nenhum médium. 
Nós temos os nossos guias de trabalho e entre eles existe aquele que é o responsável pela nossa vida espiritual e por isso é chamado de guia chefe, normalmente é um caboclo, mas pode ser em alguns casos um preto-velho. 

| Aspectos Dominantes do Movimento Umbandista: |

 1 - Ritual, variando pela origem. 
 2 - Vestes, em geral brancas. 
 3 - Altar com imagens católicas, pretos velho, caboclos. 
 4 - Sessões espíritas, formando agrupamentos em pé, em salões ou terreiro. 
 5 - Desenvolvimento normal em corrente. 
 6 - Bases; africanismo, kardecismo, indianismo, catolicismo, orientalismo. 
 7 - Serviço social constante nos terreiros. 
 8 - Finalidade de cura material e espiritual. 
 9 - Magia branca. 
10 - Batiza, consagra e casa.


[Yori | Crianças] 

| Ritual |

A Umbanda não tem, infelizmente, um órgão centralizador, que a nível nacional ou estadual, dite normas e conceitos sobre a religião ou possa coibir os abusos. Por isso cada terreiro segue um ritual próprio, ditado pelo guia chefe do terreiro, o que faz a diferenciação de ritual entre uma casa e outra. Entretanto, a base de todo terreiro tem que seguir o principio básico do bom senso, da honestidade e do desinteresse material, além de pregar, é claro, o ritual básico transmitido através dos anos pelos praticantes. 
O mais importante, seria que todos pudessem encontrar em suas diferenças de culto, o que seria o elo mais importante e a ele se unissem. Tal elo é a Caridade! 
Não importa se o atabaque toca, ou se o ritmo é de palmas, nem mesmo se não há som. 
O que importa é a honestidade e o amor com que nos entregamos a nossa religião.

Referência de texto: Sociedade Espiritualista Mata Virgem  | Curso de Umbanda.
Imagens Originais: www.google.com.br .
Imagens finais: Beto Ribeiro. 

Esta é a Religião Umbanda Sr. Meritíssimo, e estará sempre de portas abertas às pessoas que queiram esclarecimento quanto a prática do cristianismo, através do amor e da caridade!

Um forte abraço, e beijo grande no coração de todos!!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Mais versos...


| Sinfonia... |


A sua composição era o que me importava
quando se transmutava de razão para o amor,
ou quando se portava tal partitura de valsa
travestindo a si, em sentimento sinfônico de mulher...

Me deixava em baile, te enxergando em braile, 
sentido o som de seu pecar, num beijo
que vejo em vendas de olhar e
suspiro de tom, à nota saltar...

Girantes, os corpos encontravam o som,
perseguiam a poesia solta no ar,
escalavam metais em semi-notas
deixando pautas de vida em poros...

Libertando o sopro no rosto,
flautando prazer em audição...

Entregue-me sua música,
esfregue-me seu tom me fazendo semitonar a voz,
deixe que lhe revele em falsete,
a sinfonia que desejei lhe cantar em sonho...
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Beto Ribeiro | Abril 2014
Imagem Original: Pino Daeni
Imagem Final: Beto Ribeiro
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“Eu quero amar, amar perdidamente. Amar só por amar.” [Florbela Espanca]

Olá pessoal!!!!

Estou de volta, retomando o caminho das letras por onde a luz do coração de auxilia no caminhar.
E aproveito para deixar aqui, minha gratidão pelas visitas, mesmo sem postagens atualizadas.
Um agradecimento especial a minha amiga Solange Brito Silva, pelas lindas palavras deixadas em meu perfil do Facebook. Linda demais!!
Beijo imenso Solange e abraço de urso polar do Ártico!!! rsrs

Valeu galera, beijo grande no coração e luz sempre! Namastê.

Beto Ribeiro.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Garimpando Arte 11!!!!

Olá pessoal!!!!
Estava sentindo uma falta danada do Garimpando Arte, parece até que não trabalho!!!! rsrs
Então, depois do último garimpando, que foi em dezembro passado, trago agora os trabalhos dos últimos meses. Um trabalho que foi muito bom desenvolver e ainda está sendo, porque tem muito ainda a fazer.
Um outro garimpando verde, espero que gostem.
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| Cliente: Lituânia Assistencial Familiar |

| Logomarca |



| Cartão Associado |



| Crachá Funcionários |



| Cartões de visita |



| Flyer |



| Folder - Frente |



| Folder - Verso |



| Pastas |



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Bem, estas são algumas das peças que desenvolvi, tem ainda um livro de associado, carteira preferencial, e logo estará no ar o blog e a fã page no Face Book. Quando estiver eu aviso.
Espero que tenham gostado. Semana que vem volto com mais coisas legais!

Um grande abraço, e beijo no coração de todos.

Fiquem com Deus, e muita luz! Namastê.

Beto Ribeiro.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Garimpando Arte 10!!!


Olá pessoal!!!!

O último Garimpando Arte que coloquei foi em Janeiro deste ano, e de lá pra cá vários assuntos passearam por aqui, - parece até que nem trabalhei esse ano, né?! rsrsrsrs - de poesias a mitologia, passando por homenagens e estorinhas hilárias.
Bem, como este é o penúltimo post do ano, deixarei para vocês um Garimpando verde com bolinhas pretas...
Espero que gostem das lindas crianças!!!


| Livro da Festa do 1º Ano do Ensino Fundamental |
(Antiga Alfabetização)
| Motivo - Anos 60 |

| Capa | Encadernação Capa-dura com filigrana e letras douradas |


| Folha de rosto |


| Página de abertura |
| Página 2 - Ilustração de apresentação |

| Página diretoria |

| Agradecimentos |

| Ilustração de abertura |

| Fachada do colégio |

| Tia Luciana - Professora |

| Página de assinaturas - alunos |

| Mensagens por palavras |

| Aluno com Uniforme normal |

| Aluno de beca |

| Turma toda e tias |

| Galeria dos formandos - P1 |

| Galeria dos formandos - P2 |

| Diploma |

| Ilustração de fechamento |




| Bolacha para DVD de fotos |




| Convite |
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E então, o que acharam?! rs
As crianças são show, não é mesmo???!! rsrsrs

Semana que vem eu volto com o último post do ano, até lá!

Beijo grande no coração de todos, fiquem com Deus!!! Grande abraço!!! Namastê!!!

Beto Ribeiro.
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