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terça-feira, 13 de maio de 2014

Mais versos...


| Sinfonia... |


A sua composição era o que me importava
quando se transmutava de razão para o amor,
ou quando se portava tal partitura de valsa
travestindo a si, em sentimento sinfônico de mulher...

Me deixava em baile, te enxergando em braile, 
sentido o som de seu pecar, num beijo
que vejo em vendas de olhar e
suspiro de tom, à nota saltar...

Girantes, os corpos encontravam o som,
perseguiam a poesia solta no ar,
escalavam metais em semi-notas
deixando pautas de vida em poros...

Libertando o sopro no rosto,
flautando prazer em audição...

Entregue-me sua música,
esfregue-me seu tom me fazendo semitonar a voz,
deixe que lhe revele em falsete,
a sinfonia que desejei lhe cantar em sonho...
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Beto Ribeiro | Abril 2014
Imagem Original: Pino Daeni
Imagem Final: Beto Ribeiro
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“Eu quero amar, amar perdidamente. Amar só por amar.” [Florbela Espanca]

Olá pessoal!!!!

Estou de volta, retomando o caminho das letras por onde a luz do coração de auxilia no caminhar.
E aproveito para deixar aqui, minha gratidão pelas visitas, mesmo sem postagens atualizadas.
Um agradecimento especial a minha amiga Solange Brito Silva, pelas lindas palavras deixadas em meu perfil do Facebook. Linda demais!!
Beijo imenso Solange e abraço de urso polar do Ártico!!! rsrs

Valeu galera, beijo grande no coração e luz sempre! Namastê.

Beto Ribeiro.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Uma música, em poesia...


Uma música... Um desenho...


O som do desejo que de mim escondi,
por dias e noites, ao te lembrar me estendi, 
no querer de minutos a mais reter,
a preciosa visão inacabada, em flash de você...

Rendeu-me o iluminar de seu corpo detido,
em vistas arabescas de pensamento e pedido,
de sua carne em lençol, em transparente vestido, 
no meu suplicar de olhar, em recordar seu talhar...

Memórias de danças, mexidas em lenços,
na escultura de um tempo, por quase tudo a que te penso,
das marcas de um rabiscar, para em ti eu morar,
até o feliz ilustrar do cheiro seu em mim ficar...

Sinto te ter em um desenhar ou cantar,
e por um tempo ficar sem a música notar,
em sussurrar trilhado por um mantra,
na sua voz calma e surda a brotar...

Tantas gotas de sonhar em meus ouvidos,
que param ao seu beijar, por um leve gemido,
e guardam na herança que trago vivido,
em presenças perdidas, de diversas partidas...

E esperança da volta, por lembrança de alguma vida...


Beto Ribeiro
Março | 2012
Imagem original: www.google.com.br | Imagem final: Zetha Estúdio

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Olá pessoal!!!

Enquanto o livro está no forno, deixo aqui mais um pouco de poesia. Espero que gostem!

Um grande beijo no coração de todos. Fiquem com Deus!!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Quero ser gente! Sou gente!


Quero ser poeta...



Olá pessoal

"Quero ser poeta."
Esta frase não é minha, é título de um poema de um amigo baiano, que mora em Salvador e tem o blog https://www.facebook.com/BlogCaixaDeFosforo, mas, se encaixa perfeitamente para o que eu estou tentando passar hoje a vocês.

Não sou cronista, nem mesmo jornalista, sou um desenhista que tenta todos os dias, de um modo natural, passar coisas boas através da net para quem estiver de antena ligada e coração aberto a recebê-las.

Ao longo destes quase dois anos de blog, vejo que os leitores ultimamente estão um pouco distantes da poesia, percebi isto quando escutei esta semana, que o fato de escrever mensagens, ou poesias, me fazia viver de passado, que eu era um sonhador, e que eu perdia o tempo estando em frente a uma máquina, que nunca me levaria a nada.

Fiquei triste?! Nãããããooooo!!!!!!
Acredito que as pessoas que lembram o passado e que conseguem se alegrar com ele, viveram a plenitude de uma época, sem mágoas ou restrições levadas ao futuro. Ser sonhador, é uma qualidade de poucos, pois, o sonho é o que nos dá condições de viver o real. E o perder tempo, somente se encaixa para as pessoas que vivem presas ao mundo umbilical, um mundo próprio, sem portas ou aberturas, que deixe vida sair ou entrar.

Com certeza lemos hoje, os sonhos de um ontem, em poesia. Sonhos de um Neruda, uma Clarice, um Fernando, um Guimarães, um William, até um desconhecido como um Beto, mas, que são representações maiores que simples sonhos, são fatos reais dentro de cada um deles, e que conseguem tirar de uma pessoa, ao menos um sorriso, uma lágrima, um suspiro, uma lembrança, ou apenas um olhar, mas que tenha sido formado pelo puro prazer de uma emoção, vinda do conjunto de um sonho, uma lembrança e uma realidade transformada em sentimento.

Gosto de poesia sim pessoal, vou tentar ser poeta na vida que me resta, porque poeta pra mim, nunca foi escrever um texto em prosa, ou em sonetos, mas escrever poesia em vida, colocar no papel sentimento que mudem a minha vida ou a de outros, desenhar letras que me façam feliz em reativar um sentimento perdido dentro de pessoas que nunca tive a oportunidade de ver, apertar a mão ou abraçar.

Ser poeta pra mim, e ver o ser que me vem, em luz de vontade de viver.

Enfim, quero ser poeta sim, quero ser feliz também, ser desenhista, artista, pai, amigo, e tudo o que a vida me der como oportunidade ao aprendizado, porém, antes, quero é ser gente, com direito ao sorriso e abraço do distante, e que meus valores e versos possam ser elementos a mais, na minha vida de quem desejar.
Vou agradar ou desagradar, mas, me levar ao caminho do meu eu, enchendo tudo de sorrisos e lágrimas, para poder  viver a esperança de cada dia em minha verdade.

Sou poeta, sou feliz!

Minha vida de um dia...

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Esperança...

Das coisas que não tive antes do sonho...
viraram em mim a grandeza da esperança,
de andar com sorriso largo, em constância,
e corpo em carrossel... em berço... em criança...

Os verso que fiz em alegria dourada,
foram sempre pra te dizer que era mulher amada, e
que constava a ausência de suas pétalas azuis,
e que estava em mim eterno prazer em olhares nus.

Um dia quem sabe... a solidão parta,
e reparta em mim a segurança que tive
em trovar pra ti e provar que em mim vive,

sob os versos do meu cantar,
até as cordas de um simples dedilhar,
se deliciando em falta de afinações, e sobra de amar.

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Beijo grande no coração de todos e fiquem com Deus!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Apenas eu... apenas só...

Olá pessoal!!!!
Já repararam que o ato de escrever sobre o amor, nos coloca cada vez mais próximos ao céu, ao éden, ao divino... rs
Quem nunca deixou marcas em um simples papel, na transcrição de um sentimento único de amor, gratidão, desilusão, fé, crença, enfim... digitais nossas e sem cópias?
Quem em um momento de suspiro de paixão, sem ter para onde externar um sentimento, deixou cair sobre guardanapos, letrinhas compondo um verso?
Ah!!! Quem também, nunca derramou uma simples lágrima de felicidade, ao receber escrito um pequeno "eu te amo", ou até um livro de edição única com "trocentas" palavrinhas de amor?
Sim pessoal, eu não sou diferente, nem o cantor o último romântico, somos muitos últimos românticos, somos muitos amantes a moda antiga, somos muitos sozinhos no silêncio da noite, e... somos muitos poetas perdidos em nossos pensamentos, alegrias e sofrimentos.
Entender o que um poeta escreve, não se faz necessário, porque quando lemos a obra, o autor passa a ser aquele que sente, aquele que transmite ao ausente a força do amor que está sendo transcrito pelo sentimento de quem enviou, e não de que escreveu.
Tenham a certeza de que cada vez que coloco um soneto, poema ou carta aqui, estou deixando um pouco de mim em quem lê e sente alguma indescritível sensaçãao de leveza e alegria, e envia a algum ser amado vibrações de um bem querer único, na vontade de concretizar um amor eterno.
Que seja então um "Apenas só..." um apenas amor, um desprendimento por instantes, na viagens incosciente ao querer perdido dentro do nosso coração, em busca do que nos é caro...



Apenas só...

Não queria que me olhasse,
apenas só... me visse.
Não queria que se sufocasse em mim,
apenas só... respondesse meu abraço.
Nunca quis que me vertesse milhões de beijos,
apenas só...  recebesse bem, um simples beijo de olá.
Não quis também que se prendesse em mim,
apenas só... que caminhasse comigo.
Sabe... me acostumei tanto a ter o mínimo,
por isso jamais esperei o máximo,
nunca esperei que se apaixonasse...
apenas só... que deixasse eu te escrever.
Ah... meu amor!
nunca quis que me chamasse assim,
apenas só... que eu tivesse essa oportunidade,
de chamar alguém de amor e receber
um sorriso como aprovação.
É... nunca quis que abandonasse nada de importante,
apenas só... que deixasse eu somar amor a você.
Nunca planejei me apaixonar por você,
apenas só... sentir uma coisa boa dentro do peito.
Nunca quis que nos afastássemos,
apenas só... sinto falta dos outros tempos
quando não nos víamos, e então nos procurávamos,
sem que percebêssemos que nos fazíamos falta.
Depois que percebi de te amava... nunca quis nada,
apenas só... que soubesse, ficasse feliz e sentisse que
seria muito mais importante a partir deste instante...

Fiquem todos com Deus e um beijo enorme no coração de cada um!

Beto Ribeiro

terça-feira, 28 de junho de 2011

Uma Bela Flor de Portugal!



Florbela Espanca


Olá pessoal!!
Estou trazendo hoje um pouco de história e amor.
Florbela Espanca uma impressionante poetisa... uma linda mulher que andava a passos largos, muito à frente de seu tempo.
Curtam esta mulher inquieta e cheia de sofrimentos íntimos, que o puro talento transformou em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo .

Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca nasceu no dia 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa, no Alentejo. O seu pai herdou a profissão do sapateiro, mas passou a trabalhar como antiquário, negociante de cabedais, desenhista, pintor, fotógrafo e cinematografista. Foi um dos introdutores do “Vitascópio de Edison” em Portugal.
Seu pai era casado com Mariana do Carmo Toscano. A sua esposa não pôde dar-lhe filhos. Porém, João Maria resolveu tê-los - Florbela e Apeles, três anos mais novo - com outra mulher, Antónia da Conceição Lobo, de condição humilde. Ambos os irmãos foram registados como filhos ilegítimos de pai incógnito. Entretanto, João Maria Espanca criou-os na sua casa, e Mariana passou a ser madrinha de baptismo dos dois. João Maria nunca lhes recusou apoio nem carinho paternal, mas reconheceu Florbela como a sua filha em cartório só dezoito anos depois da morte dela.

Entre 1899 e 1908, Florbela frequentou a escola primária em Vila Viçosa. Foi naquele tempo que passou a assinar os seus textos Flor d’Alma da Conceição. As suas primeiras composições poéticas datam dos anos 1903 - 1904: o poema “A Vida e a Morte”, o soneto em redondilha maior em homenagem ao irmão Apeles, e um poema escrito por ocasião do aniversário do pai. Em 1907, Florbela escreveu o seu primeiro conto: “Mamã!” No ano seguinte, faleceu a sua mãe, Antónia, com apenas vinte e nove anos.

Flor ingressou então no Liceu Masculino André de Gouveia em Évora, onde permaneceu até 1912. Foi uma das primeiras mulheres em Portugal a frequentar o curso secundário. Durante os seus estudos no Liceu, Florbela requisitou diversos livros na Biblioteca Pública de Évora, aproveitando então para ler obras de Balzac, Dumas, Camilo Castelo Branco, Guerra Junqueiro, Garrett. Quando ocorreu a revolução de 5 de Outubro de 1910, Florbela está há dois dias com a família na capital, no Francfort Hotel Rossio, mas não se conhecem comentários seus à sua vivência deste dia.

Em 1930 Florbela começou a escrever o seu Diário do Último Ano, pubicado só em 1981. A 18 de Junho principiou a correspondência com Guido Battelli, professor italiano, visitante na Universidade de Coimbra, responsável pela publicação da Charneca em Flor em 1931. Na altura, a poetisa colaborou também no Portugal feminino de Lisboa, na revista Civilização e no Primeiro de Janeiro, ambos do Porto.

Florbela tentou o suicídio por duas vezes mais em Outubro e Novembro de 1930, na véspera da publicação da sua obra-prima, Charneca em Flor. Após o diagnóstico de um edema pulmonar, a poetisa perdeu o resto da vontade de viver. Não resistiu à terceira tentativa do suicídio. Faleceu em Matosinhos, no dia do seu 36º aniversário, a 8 de Dezembro de 1930. A causa da morte foi a sobredose de barbitúricos.

A poetisa teria deixado uma carta confidencial com as suas últimas disposições, entre elas, o pedido de colocar no seu caixão os restos do avião pilotado por Apeles na hora do acidente. O corpo dela jaz, desde 17 de Maio de 1964, no cemitério de Vila Viçosa, a sua terra natal.

- Sonetos -

Princesa Desalento

Minh’alma é a Princesa Desalento,
Como um Poeta lhe chamou, um dia.
… magoada, e polida, e sombria,
Como soluços trágicos do vento!

… frágil como o sonho dum momento;
Soturna como preces de agonia,
Vive do riso duma boca fria:
Minh’alma é a Princesa Desalento...

Altas horas da noite ela vagueia...
E ao luar suavíssimo, que anseia,
Põe-se a falar de tanta coisa morta!

O luar ouve minh’alma, ajoelhado,
E vai traçar, fantástico e gelado,
A sombra duma cruz à tua porta...


Teus olhos

Olhos do meu Amor! Infantes loiros.
Que trazem os meus presos, endoidados!
Neles deixei, um dia, os meus tesoiros:
Meus aneis, minhas rendas, meus brocados.

Neles ficaram meus palácios moiros,
Meus carros de combate, destroçados,
Os meus diamantes, todos os meus oiros
Que trouxe d’Além-mundos ignorados!

Olhos do meu Amor! Fontes... cisternas...
Enigmáticas campas medievais...
Jardins de Espanha... catedrais eternas...

Berço vindo do Céu à minha porta...
meu leito de núpcias irreais!...
Meu sumptuoso túmulo de morta!...


Fanatismo

Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver !
Não és sequer a razão do meu viver, 
Pois que tu és já toda a minha vida !

Não vejo nada assim enlouquecida ...
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida !

“Tudo no mundo é frágil, tudo passa ...”
Quando me dizem isto, toda a graça 
Duma boca divina fala em mim !

E, olhos postos em ti, digo de rastros :
“Ah ! Podem voar mundos, morrer astros, 
Que tu és como Deus : Princípio e Fim ! ...”

Raimundo Fagner em soneto de Florbela Espanca




Imagem original: 

Imagem final: Ermitão do Giz


Amar e poetizar este amor, sempre é muito mais interessante...

Beijo no coração de todos e fiquem com Deus!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Poço...

Poço...


Estou de pé, olhando acima da minha linha de visão
estimando o tempo que subida da prisão,
poço louco que me coloquei, fosso denso em que me soltei,
barro solto a escorrer, em paredes e pernas a lamber,
e minhas entranhas a roer, a conduzir-me
sem compaixão a mais profunda sofreguidão.

E vem a dor de não saber subir,
a sensação escorregadia do porvir,
choro farto misturado a massa vermelha,
dá início a redenção centelha,
de descrição inútil a fazer aos meus olhos,
que inundam meu peito de sal,
no caminhar para cima em retomada fatal

Soco o chão, bato o pé...
mas o coração não quer,
lambe a boca seca e louca,
de areia fina a entupir-me a narina,
em vermelhidão poeril,
que aos meus olhos se abriu,
sem arbusto seco a alcançar,
como fazer... e ter forças... e rumar?

Vejo então sua mão, serena e morena,
a estender-me de fato e imediato,
a transferir-me as forças do arrasto
em vermelhidão acima, sem sorrisos ou sofrimento,
sem reparar a dor ou lamento, que um corpo desforme
se fez a rogar, a chorar, a pedir e implorar...

E o sal desfez, e o barro refez, o choro talvez...
arrebento o muro, vozes saem em urros,
tampando a audição do ouvir confortador,
e sinto forte a ilusão, de que o que eu quero é a razão,
para no peito e na mão, o fluir do perdão,
vir de encontro ao acreditar e sentir então...

E o poço era meu, e ferramenta da saída quem tinha era eu,
e também a hora da partida, a cura da ferida, 
e que ninguém, nem você poderia jamais perceber,
que morrer é apenas uma palavra, como um poço que se cava
e retorna ao topo para respirar o novo amanhã azul que virá.

Viver já é uma poesia... agradeça todos os dias por este presente.

Beijo no coração de todos, fiquem com Deus!

Beto Ribeiro

terça-feira, 19 de abril de 2011

Som...

Sua música...


Escuto uma música, sua música...
your song...
para ver de longe seu peito
soar batidas de um coração que pulsa como
o encantar de um sonho,
embalado em notas não cantadas,
declamadas, e sorvidas através
de olhares ou de pensares desesperados
por beijos de paixão, de amor...
Escute querida... escute a sua música,
escute a minha música, escute a minha vida,
escute o meu sorriso, escute finalmente o meu sonho,
sim, gire, gire, gire, bailarina...
termine o seu dançar, de frente ao meu sorriso,
e envolvida em meu abraço,
se deixe amar e sentir meu cantar, meu sonhar...
minha música... nossa música...
meu sorrir... seu sorrir... vem...
quero te ouvir...



Poesia... modo simples de externar o amor, carinho,  amizade...

Beijo no coração de todos, fiquem com Deus!

Beto Ribeiro