terça-feira, 14 de junho de 2011

Coelhossauro Rex...

De olhos vermelhos, e pelos branquinhos, orelhas compridas...
“Eu sou um... Coelhossauro Rex!!!”


Olá pessoal!!!

Era uma vez um coelho, e um final de semana...
Foi uma vez um coelho chamado Bidu, e um final de semana...
Ele não era um coelho comum, era uma coisa qualquer, e se soltasse fogo pela boca, poderia ser um dragão. Bicho atentado e com cara de bom moço. rsrsrs

Tá tudo meio embolado né? Então vou começar do início.
Há um mês mais ou menos, meu bebezão Thaís, chegou do colégio com um história de um trabalho escolar, e que os alunos teriam que trazer um animalzinho para casa, e ainda passar 3 dias com o bicho.
Pensei que fosse de pelúcia, tipo para desenvolver a maginação, trabalhar responsabilidade... tipo assim, entendem?
E pra minha surpresa!  Não era... era de verdade!!! Surtei!!

Então... ao longo de um mês, os embates entre o papai e o bebezão, seguiam de: 
“- Não vai trazer!!!” 
“- Mas pai, vale ponto!”
“- Essa professora tem o que na cabeça? Trazer um bicho pra casa? Aqui não tem lugar!!!”
E o tempo foi rolando, e o dia chegando, e o bicho pintando...
E de vez em quando, até o bicho chegar o estresse rolava de montão, o bicho pegava... e o problema maior, era que todo mundo reclamava, mas acabava levando para casa o tal Coelhossauro Rex , que colocava a vida de todos em extremo perigo. rsrs
E aí o tal dia chegou. A fatídica sexta-feira 10, que pra mim poderia ter sido 13.

E ELE ERA DE VERDADE!
UM COELHOSSAURO REX!
VIVO!
FEDIDO!
ROEDOR!
EM COM UMA GAIOLA MINÚSCULA!
E COM NOME DE CACHORRO... BIDU!

Ela, o bebezão, chega em casa com aquela caixa azul, - que mais parecia a casa de um porquinho da índia - com um enorme coelho, todo encolhido, com os olhos vermelhos virados pra mim como se tivesse drogadão, só me tirando, e estudando a hora do ataque final para o arrancar da minha garganta.

Começou então o martírio, do primeiro dia com aquele aminalzão dentro de casa.
Aí podem pensar e perguntar: “Dentro de casa?!”
Sim, porque do lado de fora, além de estar frio pra caramba tinha também uns outros roedores mais vorazes que o tal Coelhossauro Rex, passeando pelo quintal. Ratos!
Porque com o tempo frio assim e chovendo, eles surgem sabe lá de onde!
Hora de dormir, o bicho estava bem localizado, no corredor bem pertinho do meu estúdio, pois, não ia dar esse mole de um bicho daqueles me pegar dormindo, né?
O tal, fazia um barulho ensurdecedor, roendo a vasilha de margarina que ficava a ração, e a outra que ficava a água.
Mas quando terminei de trabalhar, e me preparava para dormir... olhei para o bicho e vi que ele estava meio apertado dentro daquela gaiola... era exatamente o que não poderia acontecer... eu ter pena do dragão.
Deixei pra lá e fui dormir...

Sábado cedo, levantei cheio de coisa pra fazer e quando saio do quarto, quem eu vejo olhando direto nos meus olhos? A fera... mas já não estava tão fera assim, com cara de fome, de moído, meio apertado naquela casinha... aí o meu coração doeu...
E decidi enfrentar aquilo chamado Coelhossauro Rex...
Então eu e as meninas levamos o dito cujo para a varanda, e tiramos ele da gaiola... aí ferrou tudo!!!
Meu Deus!!! 
O bicho começou a correr e pular, se enfiar debaixo das coisas, fazendo cocô em tudo, e xixi também!
Tocou o maior rebú em menos de 10 minutos. Karaka!!! Só faltou sair no tapa comigo, quando fui colocá-lo dentro da gaiola.
Enfiava a cabeça no ferro da porta e fazia maior força para sair. Mas não dava para soltar de novo, pois, o motivo vocês já sabem, né?
Então, permaneceu o resto do dia na gaiola, me sacaneando direto, - sobrou pra mim mesmo, viram? - jogando a água dentro da ração, entornando a ração na caixa e misturando com o cocô, deixando tudo sujo, e ainda não comendo o que estava misturado na sujeira. Pode isso? O Bicho tem pacto com o outro lado!!!

Depois disso tudo, até que o ele ficou mais legal, não encheu tanto o saco no domingo e nem ontem antes de ir embora para uma nova casa.
O tal trabalho gerou uma redação legal ao bebezão Thaís, ela deve tirar uma nota maneira, porque escreve bem, e a peregrinação do Coelhossauro Rex que a meu ver, é uma grande sacanagem com o bichinho, vai continuar até sabe lá Deus quando. Que coisa, né?!

Apresento agora então, o coelho Bidu (Coelhossauro Rex), parece fofo, mas não se enganem, é peste pura esse bicho! rsrsrs

Saiu daí e deixou tudo cheio de xixi...

Fazendo pirraça para não entrar na gaiola...

A gaiola e rango...

Eu... domando a fera! kkkkk

Eu e o meu bebezinho Marina com o Bidu...

Riram um pouco? Tão fofinho o coelhinho!!! Fala sério!!!! kkkkk
É... a história que contei aqui quase me deixou louco, neste final de semana. rsrsrs
Ah! Na próxima reunião no colégio das meninas, reclamarei sobre este tipo de trabalho, porque nem todo mundo poderá cuidar de um bicho assim, e por ter achado também, maldade na forma do acondicionamento deste animal.

Espero que tenham gostado do post de hoje.

Beijo no coração de todos, fique com Deus!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma visão diferente da nossa Arte.

Arte por Emmanuel.


Olá pessoal!!!!
Nada melhor que juntar coisas que gostamos, não é?
E todos que por aqui passam, sabem que gosto tanto de arte quanto de espiritualismo.
Então resolvi no post de hoje, trazer umas questões sobre artes, tratadas por Emmanuel, um espírito que acompanhava e esclarecia o médiuns Chico Xavier em sua longa caminhada em corpo carnal.
Espero que gostem e esclareçam algumas dúvidas, como eu. rs

Que é a arte?
Emmanuel - A arte pura é a mais elevada contemplação espiritual por parte das criaturas. Ela significa a mais profunda exteriorização do ideal, a divina manifestação desse “mais além” que polariza a esperança da alma.
O artista verdadeiro é sempre o “médium” das belezas eternas e o seu trabalho, em todos os tempos, foi tanger as cordas mais vibráteis do sentimento humano, alçando-o da Terra para o Infinito e abrindo, em todos os caminhos, a ânsia dos corações para Deus, nas suas manifestações supremas de beleza, de sabedoria, de paz e de amor.

Todo artista pode ser também um missionário de Deus?
Emmanuel - Os artistas, como os chamados sábios do mundo, podem enveredar, igualmente, pelas cristalizações do convencionalismo terrestre, quando nos seus corações não palpite a chama dos ideais divinos, mas, na maioria das vezes, têm sido grandes missionários das idéias, sob a égide do Senhor, em todos os departamentos da atividade que lhes é própria, como a literatura, a música, a pintura, a plástica.
Sempre que sua arte se desvencilha dos interesses do mundo, transitórios e perecíveis, para considerar tão somente a luz espiritual que vem do coração uníssono com o cérebro, nas realizações da vida, então o artista é um dos mais devotados missionários de Deus, porquanto saberá penetrar os corações na paz da meditação e do silêncio, alcançando o mais alto sentido da evolução de si mesmo e de seus irmãos em humanidade.

Pode alguém se fazer artista tão só pela educação especializada em uma existência?
Emmanuel - A perfeição técnica, individual de um artista, bem como as suas mais notáveis características, não constituem a resultantes das atividades de uma vida, mas de experiências seculares na Terra e na esfera espiritual, porquanto o gênio, em qualquer sentido, nas manifestações artísticas mais diversas, é a síntese profunda de vidas numerosas, em que a perseverança e o esforço se casaram para as mais brilhantes florações da espontaneidade.


Como devemos compreender o gênio?
Emmanuel - O gênio constitui a súmula dos mais longos esforços em múltiplas existências de abnegação e de trabalho, na conquista dos valores espirituais.
Entendendo a vida pelo seu prisma real, muita vez desatende ao círculo estreito da vida terrestre, no que se refere às suas fórmulas convencionais e aos seus preconceitos, tornando-se um estranho ao seu próprio meio, por suas qualidades superiores e inconfundíveis.
Esse é o motivo por que a ciência terrestre, encarcerada nos cânones do convencionalismo, presume observar no gênio uma psicose condenável, tratando-o, quase sempre, como a célula enferma do organismo social, para glorificá-lo, muitas vezes, depois da morte, tão logo possa aprender a grandeza da sua visão espiritual na paisagem do futuro.

Como poderemos entender o psiquismo dos artistas, tão diferente do que caracteriza o homem comum?
Emmanuel - O artista, de um modo geral, vive quase sempre mais na esfera espiritual que propriamente no plano terrestre. Seu psiquismo é sempre a resultante do seu mundo íntimo, cheio de recordações infinitas das existências passadas, ou das visões sublimes que conseguiu apreender nos círculos de vida espiritual, antes da sua reencarnação no mundo. Seus sentimentos e percepções transcendem aos do homem comum, pela sua riqueza de experiências no pretérito, situação essa que, por vezes, dá motivos à falsa apreciação da ciência humana, que lhe classifica os transportes como neurose ou anormalidade, nos seus erros de interpretação.
É que, em vista da sua posição psíquica especial, o artista nunca cede às exigências do convencionalismo do planeta, mantendo-se acima dos preconceitos contemporâneos, salientando-se que, muita vez, na demasia de inconsiderações pela disciplina, apesar de suas qualidades superiores, pode entregar-se aos excessos nocivos à liberdade, quando mal dirigida ou falsamente aproveitada.
Eis por que, em todas as situações, o ideal divino da fé será sempre o antídoto dos venenos morais, desobstruindo o caminho da alma para as conquistas elevadas da perfeição.

No caso dos artistas que triunfaram sem qualquer amparo do mundo e se fizeram notáveis tão-só pelos valores da sua vocação, traduzem suas obras alguma recordação da vida no Infinito?
Emmanuel - As grandes obras-primas da arte, na maioria das vezes, significam a concretização dessas lembranças profundas. Todavia, nem sempre constituem um traço das belezas entrevistas no Além pela mentalidade que as concebeu, e sim recordações de existências anteriores, entre as lutas e as lágrimas da Terra.
Certos pintores notáveis, que se fizeram admirados por obras levadas a efeito sem os modelos humanos, trouxeram à luz nada mais nada menos que as suas próprias recordações perdidas no tempo, na sombra apagada da paisagem de vidas que se foram. Relativamente aos escritores, aos amigos da ficção literária, nem sempre as suas concepções obedecem à fantasia, porquanto são filhas de lembranças inatas, com as quais recompõem o drama vivido pela sua própria individualidade nos séculos mortos.
O mundo impressivo dos artistas tem permanentes relações com o passado espiritual, de onde os extraem o material necessário à construção espiritual de suas obras.

O grandes músicos, quando compõem peças imortais, podem ser também influenciados por lembranças de uma existência anterior?
Emmanuel - Essa atuação pode verificar-se no que se refere às possibilidades e às tendências, mas, no capítulo da composição, os grandes músicos da Terra, com méritos universais, não obedecem a lembranças do pretérito, e sim a gloriosos impulsos das forças do Infinito, porquanto a música na Terra é, por excelência, a arte divina.
As óperas imortais não nasceram do lodo terrestre, mas da profunda harmonia do Universo, cujos cânticos sublimes foram captados parcialmente pelos compositores do mundo, em momentos de santificada inspiração.
Apenas desse modo podereis compreender a sagrada influência que a música nobre opera nas almas, arrebatando-as, em quaisquer ocasiões, às idéias indecisas da Terra, para as vibrações do íntimo com o Infinito.


Os Espíritos desencarnados cuidam igualmente dos valores artísticos no plano invisível para os homens?
Emmanuel - Temos de convir que todas as expressões de arte na Terra representam traços de espiritualidade, muitas vezes estranhos à vida do planeta.
Através dessa realidade, podereis reconhecer que a arte, em qualquer de suas formas puras, constitui objeto da atenção carinhosa dos invisíveis, com possibilidades outras que o artista do mundo está muito longe de imaginar.
No Além, é com o seu concurso que se reformam os sentimentos mais impiedosos, predispondo as entidades infelizes às experiências expiatórias e purificadoras. E é crescendo nos seus domínios de perfeição e de beleza que a alma envolve para Deus, enriquecendo-se nas suas sublimes maravilhas.

A emotividade deve ser disciplinada?
Emmanuel - Qualquer expressão emotiva deve ser disciplinada pela fé, porquanto a sua expansão livre, na base das incompreensões do mundo, pode fazer-se acompanhar de graves conseqüências.

Com tantas qualidades superiores para o bem, pode o artista de gênio transformar-se em instrumento do mal?
Emmanuel - O homem genial é como a inteligência que houvesse atingido as mais perfeitas condições de técnica realizadora; essa aquisição, porém, não o exime da necessidade de progredir moralmente, iluminando a fonte do coração.
Em vista de numerosas organizações geniais, não haverem alcançado a culminância de sentimento é que temos contemplado, muitas vezes, no mundo, os talentos mais nobres encarcerados em tremendas obsessões, ou anulados em desvios dolorosos, porquanto, acima de todas as conquistas propriamente materiais, a criatura deve colocar a fé, como o eterno ideal divino.

De modo geral, todos os homens terão de buscar os valores artísticos para a personalidade?
Emmanuel - Sim, através de suas vidas numerosas, a alma humana buscará a aquisição desses patrimônios, porquanto é justo que as criaturas terrenas possam levar da sua escola de provações e de burilamento, que é o planeta, todas as experiências e valores, suscetíveis de serem encontrados nas lutas da esfera material.

Existem, de fato, uma arte antiga e uma arte moderna?
Emmanuel - A arte envolve com os homens e, representando a contemplação espiritual de quantos a exteriorizam, será sempre a manifestação da beleza eterna, condicionada ao tempo e ao meio de seus expositores.
A arte, pois, será sempre uma só, na sua riqueza de motivos, dentro da espiritualidade infinita.
Ponderemos, contudo, que se existe hoje grande número de talentos com a preocupação excessiva de originalidade, dando curso às expressões mais extravagantes de primitivismo, esses são os cortejadores irrequietos da glória mundana que, mais distanciados da arte legítima, nada mais conseguem que refletir a perturbação dos tempos que passam, apoiando o domínio transitório da futilidade e da força. Eles, porém. Passarão como passam todas as situações incertas de um cataclismo, como zangões da sagrada colméia da beleza divina, que, em vez de espiritualizarem a Natureza, buscam deprimi-la com as suas concepções extravagantes e doentias.

Texto:
O Consolador, II Parte, questões 161 até 172, FEB.
Francisco Cândido Xavier.
Psicografia - Espírito de Emmanuel.
Imagens originais: www.uol.com.br, www.woldpress.com
Imagens finais: Ermitão do Giz.

Espero que tenha esclarecido algumas dúvidas, agradeço demais por terem passado por aqui e fiquem todos sempre na paz de Deus, e que Ele abençoe a todos!

Um grande beijo no coração de todos!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Poço...

Poço...


Estou de pé, olhando acima da minha linha de visão
estimando o tempo que subida da prisão,
poço louco que me coloquei, fosso denso em que me soltei,
barro solto a escorrer, em paredes e pernas a lamber,
e minhas entranhas a roer, a conduzir-me
sem compaixão a mais profunda sofreguidão.

E vem a dor de não saber subir,
a sensação escorregadia do porvir,
choro farto misturado a massa vermelha,
dá início a redenção centelha,
de descrição inútil a fazer aos meus olhos,
que inundam meu peito de sal,
no caminhar para cima em retomada fatal

Soco o chão, bato o pé...
mas o coração não quer,
lambe a boca seca e louca,
de areia fina a entupir-me a narina,
em vermelhidão poeril,
que aos meus olhos se abriu,
sem arbusto seco a alcançar,
como fazer... e ter forças... e rumar?

Vejo então sua mão, serena e morena,
a estender-me de fato e imediato,
a transferir-me as forças do arrasto
em vermelhidão acima, sem sorrisos ou sofrimento,
sem reparar a dor ou lamento, que um corpo desforme
se fez a rogar, a chorar, a pedir e implorar...

E o sal desfez, e o barro refez, o choro talvez...
arrebento o muro, vozes saem em urros,
tampando a audição do ouvir confortador,
e sinto forte a ilusão, de que o que eu quero é a razão,
para no peito e na mão, o fluir do perdão,
vir de encontro ao acreditar e sentir então...

E o poço era meu, e ferramenta da saída quem tinha era eu,
e também a hora da partida, a cura da ferida, 
e que ninguém, nem você poderia jamais perceber,
que morrer é apenas uma palavra, como um poço que se cava
e retorna ao topo para respirar o novo amanhã azul que virá.

Viver já é uma poesia... agradeça todos os dias por este presente.

Beijo no coração de todos, fiquem com Deus!

Beto Ribeiro

terça-feira, 24 de maio de 2011

Garimpando Arte 5!!!


"Estou ficando louco de tanto pensar..." kkkkkk
E os Titãs já falavam isto há alguns anos.


Olá pessoal!!!!
Estou de volta com o Garimpando Arte 5, a missão continua!!! rsrsrs
Em meio a vários posts, falando sobre diversos assuntos, as vezes até complicados e afetando uns e outros, - o que não deveria - estava produzindo e muiiiito, desde blogs, até logomarcas, papelaria, ilustrações, pastas ilustradas, enfim, tudo que a minha mente deixou e os meus clientes aprovaram. Esta é a melhor parte, a dos projetos aprovados. hehehe

No início do ano desenvolvi uma ilustração para colocar em pastas da educação infantil, para o Colégio Gonçalves Lêdo, e  mostrei primeiro um lay-out com a ilustração aplicada...



Agora é a pasta propriamente dita, prontinha e sendo devidamente utilizadas pelos alunos deste colégio.


Ficou legal né? A crianças adoraram também!

Outro trabalho que também deu um prazerzão danado fazer, foi a criação de uma logomarca para um cliente novo, a RJ . Controle Ambiental Ltda., uma empresa que o próprio nome já diz a que veio, não é? rs
Ela chegou com uma proposta nova e uma visão diferencia em se tratando em controle de pragas.
O conceito desenvolvido foi o de, “Controlar sem destruir”, controlar as pragas, sem destruir o meio ambiente.
E dentro deste conceito, procurei desenvolver na marca, algo que tirasse aquela visão de que dedetizador seria apenas um mata inseto, e não um interessado preservador da natureza, colocando ordem na casa e limpando os ambientes de insetos e pragas indesejáveis.

Logomarca...
Foram desenvolvidas 2 logomarcas, e algumas variações, nas cores verde e preto determinadas pelo cliente...



e a logomarca aprovada foi esta...


Mascote...
Uma baratinha, fuginho do ambiente que seria dedetizado pela RJ . Controle Ambiental...


Ilustração desenvolvida em lápis de cor sobre papel vegetal, e completada digitalmente.




O que acharam?  Achei maneirissíma!!!

É isso aí pessoal, pensar, pensar, pensar e não parar pra respirar!!! kkkkk
Que nada, sou mesmo privilegiado, trabalho no que gosto, e gosto do que faço.
E os amigos leitores que precisarem desenvolver trabalhos como estes aqui apresentados, podem falar, pelo e-mail da Zetha Estúdio, ou comentando, ficarei muito feliz em atendê-los!!! hehehehe

Beijo grande no coração de todos, fiquem com Deus!

Beto Ribeiro 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Caridade irmão!!!!



Fora da Caridade não há salvação!!!



Olá pessoal!!!!

Bem... em minhas andanças nos últimos tempos, venho participando de movimentos espiritualistas, espíritas, de caridade, enfim, tentando me melhorar a partir do que posso realizar em mim mesmo e para os outros, porém, sistematicamente encontro barreiras que me permitem, infelizmente, mudar minhas rota muitas vezes, me afastando do verdadeiros trabalho espiritual, onde diz que “fora da caridade, não há salvação.”

Ultimamente venho me questionando quanto a essa máxima, tantas vezes cantada em versos e prosas pelo grande propagador do amor Chico Xavier, e vejam bem, ele nunca disse que fora do espiritismos, do catolicismo... não há salvação. O questionamento é quanto a prática desta caridade, e presencio muitas vezes, que esta frase fica meio distorcida, quanto as ações de quem fala com grande propriedade que: “Fora do meu modelo de caridade, não há salvação.”

Fala sério, né?!
Essa maneira de proceder muda tudo, não acham? Eu acho! rs
Então... estou meio que falando o que acontece em instituições espiritualistas e espíritas, do engolimento de verdades que somente prestam àqueles que se servem dela para a autodefinição de cristão, sem parâmetros ou essência cristã, sem elo ao verdadeiro nome que se segue em relevância ao trabalho proposto pelos verdadeiros adoradores do amor que Ele pregou, e não do homem.

Escutei certa vez uma pergunta do tipo:  “ O que é ser cristão?” Acho que não sei ainda!!!
Como posso definir ser cristão, se vejo e ouço sistematicamente um monte de coisa definitivamente diferente do que eu entendo como ser cristão?!
Vejo pessoas de branco em casas espíritas, dizerem que o branco torna todos iguais perante a Deus... É mesmo???!!!
E o lado interior, e o que o “espírito” que nos visita vê tudo de todos, diz e entende?
Vejo o julgamento ao outro, que é uma prática normal do ser humano, ser levado ao extremo da falta de compaixão. E essa tal compaixão? Quando será exercida? Ah!!!! Tenha compaixão de mim, o outro pode esperar!!!

Muitos “irmãos” até dizem que deve-se fazer o trabalho assim ou assado, que invocar um espírito é assim, e evocar outro espírito é assado, doutrinar obsessor se faz deste jeito, e conversar com entidade faz de outro.
Pelo amor de Deus!!!!!
Como que se pode levar à praça, o que não se aprende em casa?!
Em meu entendimento, não existe modelo pré-programado para poder exercer o amor, simplesmente porque não se tem um modelo de como amar!!!! Ou você ama ou não ama!!!! 

Se muitos não conseguem fazer caridade plena aos seus, como conseguir isto com os outros, fora do âmbito familiar. Se o ser trai a confiança dos que mais próximo lhe estão, como falar a um espírito sem corpo, que ele deve perdoar?
Ou como então, dizer que um trabalho é melhor que o outro, se não estão sabendo sequer, avaliar o próprio comportamento, ante a luz da espiritualidade. Temos que retroceder um pouco, penso eu,  e repensar a maneira de atuarmos junto ao demais seres que nos ajudam a caminhar rumo a avolução. Para mim definitivamente... modelo de trabalho espiritual não existe, ou você faz com amor, ou não faz!

Amor é o que liberta, amor é o nos faz vivos, amor é o que nos leva além do medíocre, do mediano, do mediunismo comum ou da mediunidade simples!!! O amor nunca vai fazer ninguém menos ou mais médium, sacerdote, ou pastor que o outro, vai sim, tornar a todos os trabalhadores “CRISTÃOS”, independente do credo, da cor, da raça, e o trabalho a ser realizado, efetivamente iguais!

Continuo a afirmar que o meu coração é o meu maior guia espiritual, e as minhas ações feitas com amor, serão sempre as minhas maiores forças para continuar o meu trabalho evolutivo, dentro ou fora de qualquer instituição que eu abrace como casa de trabalho espiritual.
Falo por mim, sempre por mim!

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- Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão contidos os destinos do homem sobre a Terra e no céu. 
Sobre a Terra, porque, à sombra desse estandarte, eles viverão em paz; e no céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor.
Esta divisa é a flama celeste,  coluna luminosa que guia os homens pelo deserto da vida, para conduzi-los à Terra da Promissão. Ela brilha no céu como auréola santa na fronte dos eleitos, e na Terra está gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: “Passai à direita, benditos de meu Pai”.
Podeis reconhecê-los pelo perfume de caridade que espargem ao seu redor. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus, nada melhor resume os deveres do homem, do que esta máxima de ordem divina.
O Espiritismo não podia provar melhor a sua origem, do que a oferecendo por regra, porque ela é o reflexo do mais puro Cristianismo. Com essa orientação, o homem jamais se transviará.
Aplicai-vos, portanto, meus amigos, a compreender-lhe o sentido profundo e as conseqüências de sua aplicação, e a procurar por vós mesmos todas as maneiras de aplicá-la. Submetei todas as vossas ações ao controle da caridade, e a vossa consciência vos responderá: não somente ela evitará que façais o mal, mas ainda vos levará a fazer o bem.Porque não basta uma virtude negativa, é necessária uma virtude ativa. 
Para fazer o bem, é sempre necessária  a ação da vontade, mas, para não fazer o mal, bastam freqüentemente à inércia e a negligência.
Meus amigos, agradeçam a Deus, que vos permitiu gozar a luz do Espiritismo. Não porque somente os que a possuem possam salvar-se, mas porque, ajudando-vos a melhor compreender os ensinamentos do Cristo, ela vos torna melhores cristãos. Fazei, pois, que vos vendo, se possa dizer que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são uma e a mesma coisa, porque todos os que praticam a caridade são discípulos de Jesus, qualquer que seja o culto a que pertençam.
PAULO Paris, 1860
Evangelho segundo o Espiritismo - Cap.15

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Um grande beijo no coração de todos e fiquem sempre com Deus!

Beto Ribeiro.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Professores em humildade!!!

Salve os Pretos-velhos e Pretas-velhas!!!



"Eu mandei fazê um baile, na fazendo do Sinhô, eu mandei fazê um baile, na fazenda do Sinhô...
Foi no dia 13 de maio, que até o escravo chorô..."

Olá pessoal!!!
Chorou sim meus irmãos e amigos, o preto-velho chorou muito e muitas vezes, somente por estar ao nosso lado, nos indicando o caminho, com a serenidade costumeira, paz, amor, e misericórdia, em sua humildade sem par, nos dando a mão como Pai Thomé, negro magro alto e muito sereno, Vovó Catarina, que para muitos Eusália de Aruanda, que em vestes nobres esbanja sorrisos e delicadezas em atendiamento as mais diversas missões em nosso solo ou em campos distantes, a velha Sinhá, que me auxilia em meus trabalhos costumeiros de sextas-feiras, dando conforto aos amigos necessitados na sub-crosta, Velha Quitéria, sabedoria e amor ímpar, na gentileza de nos abraçar com palavras doces nos levando calmamente a reflexão e ao suposto acerto, e ainda muitos mais... Maria Gonga, Maria Redonda, Cambinda, Malaquias... enfim... desprendendo todos, lágrimas de amor, em dor humilde pelos nossos erros, e com  trabalho árduo em nos indicar sempre a forma simples de encarar uma vida atribulada e tão fácil em prosseguimento na verdade cristã.

E mais... um velho de Aruanda... Pai João de Aruanda!!! Mensageiro entre dois mundos, que nos ensina com cânticos:  “A estrela no céu brilhou, a mata virgem já escureceu. Aonde anda o mensageiro de Aruanda, que até agora não apareceu?”
E nos mostra ainda, com textos maravilhosos em simplicidade e amor, nos explicando que ser preto e velho, nunca seria demérito aos trabalhadores cristãos, incansáveis em distribuição e ensinamento de como amar ao próximo na "Sua" forma em verdade.

E ainda nos explica:
“Muitos dizem que preto-velho é espírito atrasado, que não tem conhecimento e que, somente pelo fato de assim se apresentar assim já  atesta a própria inferioridade. 
Mas eu gostaria de convidar a uma reflexão. 
O que é estar atrasado ou adiantado em sua evolução? 
Se um espírito é atrasado, ele o é em relação a quem? 
Se está adiantado, como saber com certeza? 
Muitos julgam as aparências, inclusive a dos espíritos. Devemos ter cuidado ao fazer isso. É certo que não se deve crer em tudo ou em todos os espíritos, mas, daí a discriminar um espírito por ele se manifestar desta ou daquela forma preferida por ele, é preconceito típico de muitos irmãos. 
A atmosfera espiritual do Brasil, devido a seu passado histórico, é povoada de espíritos que preferem manter a forma espiritual tal qual em sua última existência, como escravo, o regime escravocrata terminou; a escravidão, contudo, permanece marcada nos céus no Brasil. O estigma deixado por ela, ainda o experimentamos. É por isso que mesmo espíritos que não reencarnaram como negros, assumem essa aparência com alguma finalidade. 
Por que não questionar também aqueles que se manifestam como frades, madres ou quaisquer formas espirituais que adotem determinados espíritos?”

PAI JOÃO DE ARUANDA 
Sou preto. Negro como a noite sem estrelas. 
Sou velho. Velho como as vidas de meus irmãos. 
Mas se sou ainda negro, é porque trago em mim as marcas do tempo, as marcas do Cristo.
Essas marcas são as estrelas de minha alma, de minha vida. 
Sou negro.
Mas a brancura do linho se estampa na simplicidade do meu olhar, que tenta ver apenas o lado bonito da vida. 
Sou velho, sim.
Mas é na experiência da vida que se adquire a verdadeira sabedoria, aquela que vem do Alto.
Sou velho. Velho no falar; velho na mensagem, velho nas tentativas de acertar. 
A minha força, eu a construí na vida, na dor, no sofrimento.
Não no sofrimento como alguns entendem, mas naquele decorrente das lutas, das dificuldades do caminho, da força empreendida na subida.
A força da vida se estrutura nas vivências. É à medida que construímos nossa experiência que essa força se apodera de nós, nos envolve e nós então nos saturamos dela.
É a força e a coragem de ser você mesmo, do não se acovardar diante das lutas, de continuar tentando. 
Sou forte. 
Mas quando me deixo encher de pretensões, então eu descubro que sou fraco.
Quando aprendo a sair de mim mesmo e ir em direção ao próximo, aí eu sei que me fortaleço. 
Sou andarilho. 
Eu sou preto, sou velho, sou humano.
Mas sou humano assim como você, sou espírito. Sou errante, aprendiz de mim mesmo. 
Na estrada da vida, aprendi que até hoje, e possivelmente para sempre, serei apenas o aprendiz da vida. 
Pelas estradas da vida eu corro, eu ando. 
Tudo isso para aprender que, como você, eu sou um cidadão do universo, viajor do mundo.
Sou um semeador da paz. 
Sou preto, sou velho, sou espírito.

Pesquisa de Texto:
Sabedoria de Preto-Velho
Autor espiritual: Pai João de Aruanda
Psicografia: Robson Pinheiro
Editora: Casa dos Espíritos

Imagem original: www.google.com.br
Imagem final: Ermitão do Giz

Então amigos, somos espíritos e por conseguinte, estamos todos em franca evolução, seja em corpo branco, preto, amarelo ou vermelho, velho ou novo, doutor ou camponês, pai ou filho, enfim... trabalhemos mais a humildade e esperemos a evolução aprendendo e cantando, louvando e orando, deixando sempre nossas lágrimas semearem nosso canto, nossa luz indicar nosso caminho, para aprendermos a olhar com o coração, e assimilar um pouco mais de sabedoria preta e velha a cada dia.

Beijo grande no coração de todos, e fiquem com Deus!

Beto Ribeiro

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amizade... como é bom!

A Grandeza da Amizade!


Olá pessoal, que dia pauleira!!! rs
Mas vamos ao que interessa, né?

Vocês já pensaram na grandeza da amizade?
Diz um grande pensador que quem encontra um amigo, encontra um tesouro valioso.
A amizade verdadeira é sustentáculo para muitas almas que vivem sobre a face da Terra. Ela está presente nos lares e fora deles, na convivência diária das criaturas.
A amizade é tão importante que já foi comparada com muitas coisas de valor. Um pensador anônimo compara a amizade com as estrelas, e aqueles que não têm amigos ele compara com os cometas, que vêm e vão, mas não permanecem, nem iluminam como as estrelas.
Diz ele mais ou menos assim:
Há pessoas estrelas e há pessoas cometas. Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam. As estrelas permanecem. O Sol permanece. Passam-se anos, milhões de anos e as estrelas permanecem. Os cometas desaparecem.
Há muita gente como os cometas, que passa pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos. Gente que apenas passa, sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. Assim são as pessoas que vivem na mesma família e que passam um pelo outro sem serem presença.
O importante é ser como as estrelas. Permanecer. Clarear. Estar presente. Ser luz. Ser calor. Ser vida. Ser amigo é ser estrela.
Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca da amizade fica no coração. Corações que não querem se enamorar de cometas, que apenas atraem olhares passageiros e passam.
São muitas as pessoas cometas. Passam, recebem as palmas e desaparecem. Ser cometa é ser companheiro apenas por instantes. É explorar os sentimentos humanos.
A solidão de muitas pessoas é consequência de não poderem contar com alguém. É resultado de uma vida de cometa. Ninguém fica. Todos passam uns pelos outros.
Há muita necessidade de criar um mundo de pessoas estrelas. Aquelas com as quais todos os dias podemos contar. Todos os dias ver a sua luz e sentir o seu calor.
Assim são os amigos estrelas na vida da gente. Pode-se contar com eles. Eles são presença. São coragem nos momentos de tensão. São luz nos momentos de escuridão. São segurança nos momentos de desânimo.
Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas, acima de tudo, uma recompensa. É nascer e ter vivido e não apenas existir.
E você?
É cometa ou é estrela?

* * *

Enquanto o desejo é chama que se consome e deixa um vazio nas almas, a amizade é bênção que alimenta e sustenta em todos os momentos da vida.
Quem compartilha apenas do desejo corre o risco de ficar só, tão logo o desejo cesse, mas quem divide a amizade tem a certeza de que nunca estará sozinho.
É por essas e outras razões que a amizade é sempre comparada às coisas belas e de grande valor.
Pode ser comparada a um tesouro...
A uma flor perfumada que jamais fenece...
A uma estrela que aquece e vivifica, ou com a luz que jamais se apaga...
O importante mesmo é ter amigos ou ser amigo de alguém, porque só assim teremos a certeza de que nunca estaremos desamparados.


Texto:
Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 1, ed. Fep. e no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.m 02.03.2009.

Imagem final: Ermitão do Giz

Dedico esse post aos meus mais diversos e queridos amigos daqui do Brasil e também aos de um pouquinho mais longe, com um grande e apertado abraço!!!

Valeu pessoal, grande beijo no coração de todos.
Fiquem com Deus!!

Beto Ribeiro